Rua Hungria, 565 - Granjas Primavera (Justinópolis)Apartamento constituído por 2 quartos, banho social, sala ampla, cozinha, área de serviço. 1 vaga de garagem podendo parar mais de 1 carro. O condomínio possui play ground e portaria 24 horas. O Condomínio está próximo ao final do 3302A, ônibus com acesso direto ao Centro de BH. HISTÓRIA DE RIBEIRÃO DAS NEVES O nascer do município de Ribeirão das Neves remonta ao século XVIII, quando ainda o governo português distribuía sesmarias com o intuito de encontrar mais riquezas no solo brasileiro. O povoamento iniciou-se em 1745, quando o mestre de campo Jacynto Vieira da Costa recebeu do então governador Gomes Freire de Andrade uma carta de sesmaria na "Mata do Bento Pires", Comarca da Casa Alta. No ano de 1747, fez a doação de um terreno para a construção da Capela de Nossa Senhora das Neves. Em 1752, recebeu uma Segunda carta regularizando mais três sítios. Mais tarde, em 1760, dois dias antes de sua morte, vendeu suas terras para seu filho Antônio Vieira da Costa, que solteiro, faleceu em 1797, sem deixar testamento. Seus bens foram levados a leilão e arrematados pelo Capitão José Luiz de Andrade, arcebispo de Praga, Portugal, morador da Vila de Sabará. O novo proprietário possuía dois filhos: o guarda-mor Joaquim José de Andrade e Padre José Maria de Andrade, que, em 1818, passa a ser o curador da Capela de Nossa Senhora das Neves. Homem muito inteligente, pois fora Delegado de Instrução e Juiz de Paz em Venda Nova, deixou grande contribuição para o desenvolvimento da localidade, sendo considerado o fundador do município. Após sua morte, em 6 de dezembro de 1875, Neves, como era chamada, passou por um período de estagnação, só tendo sobrevivido graças às famílias pioneiras e tradicionais como Nogueira, Andrade, Cerqueira, Avelar, Guimarães e Alves na região Central; Carvalho, Costa, Rocha, Menezes, Gomes, Lages e Matos no distrito de Justinópolis e Areias; e os imigrantes italianos Sapori, Guadanini, Loffi, Labanca e Catizani. Em 30 de agosto de 1911, com a elevação do distrito de Contagem, a Vila Neves passou a integrá-lo, como povoado do distrito de Vera Cruz. A partir de 1923, o povoado foi elevado a distrito, permanecendo no Município de Contagem até 1938, quando foi transferido para o Município de Betim. Em 27 de março de 1924, um ofício da Penitenciária da antiga Câmara de Contagem, informava ao Secretário da Agricultura que duas fazendas do Município, a de Neves e a de Mato Grosso, se prestavam admiravelmente para a instalação de uma Colônia Penal Agrícola. Em 1938, é inaugurada a Penitenciária Agrícola de Neves, que projetou o município internacionalmente, sendo inclusive considerada como sistema carcerário modelo na América Latina. Em 1943, Neves passa a pertencer ao Município de Pedro Leopoldo, recebendo sua atual denominação. Sua emancipação data de 12 de dezembro de 1953, através do Decreto Lei 1039, tendo como distrito Justinópolis, antigo Campanha, e subdistrito Areias. A localidade de Campanhã pertencia inicialmente ao distrito de Venda Nova do Vilarinho e em 1911, com a criação do Município de Contagem, passa a constituir um dos três distritos deste Município. Sua elevação a distrito deveu-se ao esforço de Antônio Justino da Rocha, político do partido Republicano. No recenseamento de 1920, a sede do distrito contava com 46 prédios e 264 habitantes. No distrito como um todo, que incluía a localidade de Areias, foram recenseados 238 prédios e 1361 moradores. Em 1938, Campanhã passou a fazer parte do Município de Betim, e em 1943, foi incorporado ao Município de Pedro Leopoldo. Criado o Município de Ribeirão das Neves em 1953, Campanhã passa a integrá-lo com o nome de JUSTINÓPOLIS Justinópolis é um distrito no município brasileiro de Ribeirão das Neves, do estado de Minas Gerais. Esse distrito é uma das regiões que mais crescem em Ribeirão das Neves, devido à predominância do comércio e atividades envolvendo prestação de serviço, como escolas, academias, hospitais, bancos, UPA, além da estação do Move. Esta é uma região localizada na divisa entre os municípios de Belo Horizonte e Contagem. Constitui-se de uma articulação viária importante que se dá pela Avenida Denise Cristina da Rocha (antiga Avenida Civilização) e pela rodovia LMG-806. Sua proximidade ao distrito de Venda Nova é atraente para quem quer se beneficiar dos empregos e negócios que estão sendo criados desde a inauguração da cidade administrativa. Com a expansão populacional de Venda Nova, vetor norte da capital, inicia-se a 2ª fase da expansão populacional do distrito, agora chamado Justinópolis. O desenvolvimento da região (Justinópolis e Venda Nova) ocasionou a conurbação entre Ribeirão das Neves e o município de Belo Horizonte. Ademais, a abertura de um novo presídio na sede do município em 1960, também foi um fator marcante para esse fenômeno. Por fim, devido à esse crescimento, houveram duas tentativas de emancipação política do distrito, em 1988 e 1992, ambas fracassadas, porém discussões recentes reanimam essa vontade de emancipação. O Distrito corresponde a 51% de toda a população da cidade, tendo seu centro econômico ao longo da Avenida Denise Cristina da Rocha, até a divisa com Belo Horizonte, no bairro Lagoa. Uma peculiaridade dessa região é o número diminuto de empresas. O que predomina em algumas partes isoladas é o cultivo de hortaliças, destinadas ao mercado da Ceasa, bem como comércios especializados do Centro de Belo Horizonte, tais como o Mercado Central e Mercado Novo. POPULAÇÃO Ribeirão das Neves é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, Região Sudeste do país. Pertence à Região Metropolitana de Belo Horizonte, sendo o sétimo município mais populoso do estado, reunindo 341 415 habitantes segundo estimativa de 2021Ribeirão das Neves - MGApartamento constituído por 2 quartos, banho social, sala ampla, cozinha, área de serviço. 1 vaga de garagem podendo parar mais de 1 carro. O condomínio possui play ground e portaria 24 horas. O Condomínio está próximo ao final do 3302A, ônibus com acesso direto ao Centro de BH. HISTÓRIA DE RIBEIRÃO DAS NEVES O nascer do município de Ribeirão das Neves remonta ao século XVIII, quando ainda o governo português distribuía sesmarias com o intuito de encontrar mais riquezas no solo brasileiro. O povoamento iniciou-se em 1745, quando o mestre de campo Jacynto Vieira da Costa recebeu do então governador Gomes Freire de Andrade uma carta de sesmaria na "Mata do Bento Pires", Comarca da Casa Alta. No ano de 1747, fez a doação de um terreno para a construção da Capela de Nossa Senhora das Neves. Em 1752, recebeu uma Segunda carta regularizando mais três sítios. Mais tarde, em 1760, dois dias antes de sua morte, vendeu suas terras para seu filho Antônio Vieira da Costa, que solteiro, faleceu em 1797, sem deixar testamento. Seus bens foram levados a leilão e arrematados pelo Capitão José Luiz de Andrade, arcebispo de Praga, Portugal, morador da Vila de Sabará. O novo proprietário possuía dois filhos: o guarda-mor Joaquim José de Andrade e Padre José Maria de Andrade, que, em 1818, passa a ser o curador da Capela de Nossa Senhora das Neves. Homem muito inteligente, pois fora Delegado de Instrução e Juiz de Paz em Venda Nova, deixou grande contribuição para o desenvolvimento da localidade, sendo considerado o fundador do município. Após sua morte, em 6 de dezembro de 1875, Neves, como era chamada, passou por um período de estagnação, só tendo sobrevivido graças às famílias pioneiras e tradicionais como Nogueira, Andrade, Cerqueira, Avelar, Guimarães e Alves na região Central; Carvalho, Costa, Rocha, Menezes, Gomes, Lages e Matos no distrito de Justinópolis e Areias; e os imigrantes italianos Sapori, Guadanini, Loffi, Labanca e Catizani. Em 30 de agosto de 1911, com a elevação do distrito de Contagem, a Vila Neves passou a integrá-lo, como povoado do distrito de Vera Cruz. A partir de 1923, o povoado foi elevado a distrito, permanecendo no Município de Contagem até 1938, quando foi transferido para o Município de Betim. Em 27 de março de 1924, um ofício da Penitenciária da antiga Câmara de Contagem, informava ao Secretário da Agricultura que duas fazendas do Município, a de Neves e a de Mato Grosso, se prestavam admiravelmente para a instalação de uma Colônia Penal Agrícola. Em 1938, é inaugurada a Penitenciária Agrícola de Neves, que projetou o município internacionalmente, sendo inclusive considerada como sistema carcerário modelo na América Latina. Em 1943, Neves passa a pertencer ao Município de Pedro Leopoldo, recebendo sua atual denominação. Sua emancipação data de 12 de dezembro de 1953, através do Decreto Lei 1039, tendo como distrito Justinópolis, antigo Campanha, e subdistrito Areias. A localidade de Campanhã pertencia inicialmente ao distrito de Venda Nova do Vilarinho e em 1911, com a criação do Município de Contagem, passa a constituir um dos três distritos deste Município. Sua elevação a distrito deveu-se ao esforço de Antônio Justino da Rocha, político do partido Republicano. No recenseamento de 1920, a sede do distrito contava com 46 prédios e 264 habitantes. No distrito como um todo, que incluía a localidade de Areias, foram recenseados 238 prédios e 1361 moradores. Em 1938, Campanhã passou a fazer parte do Município de Betim, e em 1943, foi incorporado ao Município de Pedro Leopoldo. Criado o Município de Ribeirão das Neves em 1953, Campanhã passa a integrá-lo com o nome de JUSTINÓPOLIS Justinópolis é um distrito no município brasileiro de Ribeirão das Neves, do estado de Minas Gerais. Esse distrito é uma das regiões que mais crescem em Ribeirão das Neves, devido à predominância do comércio e atividades envolvendo prestação de serviço, como escolas, academias, hospitais, bancos, UPA, além da estação do Move. Esta é uma região localizada na divisa entre os municípios de Belo Horizonte e Contagem. Constitui-se de uma articulação viária importante que se dá pela Avenida Denise Cristina da Rocha (antiga Avenida Civilização) e pela rodovia LMG-806. Sua proximidade ao distrito de Venda Nova é atraente para quem quer se beneficiar dos empregos e negócios que estão sendo criados desde a inauguração da cidade administrativa. Com a expansão populacional de Venda Nova, vetor norte da capital, inicia-se a 2ª fase da expansão populacional do distrito, agora chamado Justinópolis. O desenvolvimento da região (Justinópolis e Venda Nova) ocasionou a conurbação entre Ribeirão das Neves e o município de Belo Horizonte. Ademais, a abertura de um novo presídio na sede do município em 1960, também foi um fator marcante para esse fenômeno. Por fim, devido à esse crescimento, houveram duas tentativas de emancipação política do distrito, em 1988 e 1992, ambas fracassadas, porém discussões recentes reanimam essa vontade de emancipação. O Distrito corresponde a 51% de toda a população da cidade, tendo seu centro econômico ao longo da Avenida Denise Cristina da Rocha, até a divisa com Belo Horizonte, no bairro Lagoa. Uma peculiaridade dessa região é o número diminuto de empresas. O que predomina em algumas partes isoladas é o cultivo de hortaliças, destinadas ao mercado da Ceasa, bem como comércios especializados do Centro de Belo Horizonte, tais como o Mercado Central e Mercado Novo. POPULAÇÃO Ribeirão das Neves é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, Região Sudeste do país. Pertence à Região Metropolitana de Belo Horizonte, sendo o sétimo município mais populoso do estado, reunindo 341 415 habitantes segundo estimativa de 2021
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Avenida Gaivota, 520 - Alphaville - Lagoa dos InglesesEste apartamento residencial para locação está localizado na região privilegiada de Nova Lima, mais especificamente no Alphaville - Lagoa dos Ingleses. Com uma área total de 5469 m² e uma área útil de 323 m², este imóvel amplo e espaçoso oferece conforto e praticidade para você e sua família.Ao entrar no apartamento, você será recebido em uma sala de estar aconchegante e bem iluminada, perfeita para receber visitas e desfrutar de momentos de descontração. A cozinha é muito funcional e espaçosa, permitindo que você prepare suas refeições com praticidade. Além disso, há uma copa para refeições mais rápidas e um elegante espaço gourmet para receber seus amigos e familiares. O imóvel conta com 4 quartos, sendo 3 suítes, todos com amplos espaços e ótima iluminação natural. Os quartos possuem armários planejados, proporcionando praticidade no armazenamento de pertences. Os banheiros são modernos e bem equipados, com acabamentos de alta qualidade. Este apartamento também oferece diversas comodidades, como sauna, hidromassagem, adega, sala de vídeo cinema e escritório. Além disso, o condomínio conta com uma ampla área de lazer, incluindo piscina, brinquedoteca, quadra poliesportiva, sala de academia e salão de festas. Você e sua família poderão desfrutar de momentos de diversão e relaxamento sem sair de casa. Com uma localização privilegiada e uma infraestrutura de primeira qualidade, este apartamento é ideal para quem busca conforto e praticidade. Não perca a oportunidade de conhecer este imóvel e agende uma visita hoje mesmo. Sua próxima moradia está esperando por você! Nova Lima - MGEste apartamento residencial para locação está localizado na região privilegiada de Nova Lima, mais especificamente no Alphaville - Lagoa dos Ingleses. Com uma área total de 5469 m² e uma área útil de 323 m², este imóvel amplo e espaçoso oferece conforto e praticidade para você e sua família.Ao entrar no apartamento, você será recebido em uma sala de estar aconchegante e bem iluminada, perfeita para receber visitas e desfrutar de momentos de descontração. A cozinha é muito funcional e espaçosa, permitindo que você prepare suas refeições com praticidade. Além disso, há uma copa para refeições mais rápidas e um elegante espaço gourmet para receber seus amigos e familiares. O imóvel conta com 4 quartos, sendo 3 suítes, todos com amplos espaços e ótima iluminação natural. Os quartos possuem armários planejados, proporcionando praticidade no armazenamento de pertences. Os banheiros são modernos e bem equipados, com acabamentos de alta qualidade. Este apartamento também oferece diversas comodidades, como sauna, hidromassagem, adega, sala de vídeo cinema e escritório. Além disso, o condomínio conta com uma ampla área de lazer, incluindo piscina, brinquedoteca, quadra poliesportiva, sala de academia e salão de festas. Você e sua família poderão desfrutar de momentos de diversão e relaxamento sem sair de casa. Com uma localização privilegiada e uma infraestrutura de primeira qualidade, este apartamento é ideal para quem busca conforto e praticidade. Não perca a oportunidade de conhecer este imóvel e agende uma visita hoje mesmo. Sua próxima moradia está esperando por você!
Avenida Gaivota, 520 - Alphaville - Lagoa dos InglesesCobertura Duplex 04 quartos 04 suítes 03 vagas - Lagoa dos Ingleses1° piso - sala 02 ambientes piso cerâmica, lavabo piso em cerâmica bancada em granito. Varanda gourmet, com churrasqueira , piso em cerâmica com linda vista para a lagoa. 04 quartos piso em laminado de madeira sem armários, sendo 02 suítes e 02 semi-suítes. Cozinha com piso em cerâmica, bancada em granito, área de serviço com dependência de empregada. 2° piso: sala com piso em cerâmica com vista,01 quarto suíte piso em laminado com vista. Terraço com uma piscina pequena com deck de madeira, terraço circula a parte de cima. Condomínio composto por 06 torres com lazer ,quadra de tênis , espaço gourmet, área livre, salão de festas, espaço fitness rampa de esqueite em frente ao Minas Náutico. Aceita imóvel de maior valor e dá a volta em dinheiro. Cobertura MIRA. Ligue agora! Sobre o Alphaville. O Alphaville é um bairro especialmente planejado que concentra condomínios residenciais e comerciais, situado em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte, nas margens da Lagoa dos Ingleses. Privilegiado pela natureza envolvente, infraestrutura e segurança, tem aumentado cada vez o número de moradores que priorizam a qualidade de vida, tranquilidade da natureza, conforto, requinte, além das facilidades da vida urbana. O seu constante crescimento tem atraído grandes investimentos externos e internos, ampliando ainda mais o leque de benefícios proporcionados pelo bairro, como espaços comerciais, escolas, transporte público, ambulatórios, instituições financeiras, supermercados, restaurantes, bares, além de clubes para prática esportiva, dentre outros. Com tudo isso, os moradores acabam desenvolvendo um senso de comunidade unidos pela mesma visão e missão de bem estar e sustentabilidade, e são representados por associação, que busca ampliar os benefícios de morar nesse local. HISTÓRIA A região da Lagoa dos Ingleses, sempre atraiu o olhar de grandes empreendedores, desde o século XIX. Dentre eles, o engenheiro inglês George Chalmers, que foi recrutado pela empresa britânica St John d'el Rey Mining Company para o cargo de superintendente da mina Morro Velho, com o objetivo de transformá-la na mais profunda e famosa mina de ouro do mundo. Chalmers desenvolveu vários empreendimentos a fim de reorganizar todos os processos industriais e do sistema de trabalho da Morro Velho e sonhava em transformar a região da Lagoa dos Ingleses, construída em 1932 pelos ingleses que exploravam ouro no local, numa área habitacional para abrigar os empregados ingleses, o que explica o nome da região. Assim, nasceu um novo perfil de ocupação da região e o primeiro grande empreendimento imobiliário foi inaugurado em 1998. A partir de então, investidores e construtoras no ramo imobiliário passaram a fazer grandes empreendimentos na região. Hoje, morar no Condomínio Alphaville Lagoa dos Ingleses se tornou o sonho de várias famílias. Se a sua é uma dessas, acredite que esse sonho é possível! Venha nos fazer uma visita e conhecer mais desse maravilhoso empreendimento, onde você encontra as mais belas casas em condomínio fechado de MG. LAZER O Alphaville Lagoa dos Ingleses tem uma proposta completa e eficiente de lazer e esportes, com espaços, eventos criativos que que priorizam o bem estar coletivo. No Condomínio residencial, a bela paisagem é um dos fatores que nos convida a uma vida saudável e qualitativa. Lá pode-se fazer caminhada ou praticar esportes náuticos na Lagoa dos Ingleses. MINAS TÊNIS NÁUTICO CLUBE O Náutico Clube, âncora do Condomínio Alphaville Lagoa dos Ingleses, é hoje um dos mais importantes locais de lazer da Região Metropolitana de Belo Horizonte e está em processo de ampliação. Com área de 117 mil m², o Clube é localizado em região privilegiada, cercada pela natureza e muita tranquilidade, e oferece aos sócios moderna infraestrutura de esporte e lazer, além de variada linha de serviços. SAÚDE E SEGURANÇA SEGURANÇA O Condomínio Alphaville Lagoa dos Ingleses conta com uma excelente estrutura de saúde e segurança, e está sempre buscando novas estratégias e novos planos para conter a violência e garantir uma vida mais tranquila. Com a chegada da SIA Segurança, a maneira de cuidar de todo o complexo Alphaville foi repensado. Entre as principais melhorias estão: O uso de veículo SUV com maior porte, alta capacidade ostensiva e efeito psicológico. Ampliação para quatro setores de patrulhamento, utilizando quatro motos em ronda e implantação de procedimento padronizado e único de segurança para todos os associados. Mão de obra designada sujeita a reciclagem bienal; treinamento de atualização de conduta e procedimento semestral; auditorias de qualidade trimestrais e diagnóstico de vulnerabilidade atualizado anualmente. SAÚDE O PAE – Plano de Atendimento Emergencial Alphaville surgiu com um único objetivo: agilizar ao máximo o atendimento médico ao morador. Ele passou a funcionar de forma integrada com o sistema de segurança, tudo voltado para uma resposta mais rápida no atendimento. Com a inauguração do novo espaço da SIA, os moradores passam a contar com ambulatório montado para os primeiros socorros, ambulância nova e bem equipada, para os casos de emergência. Como funciona? A ligação é recebida diretamente na base operacional (3547-3005). A Equipe médica já é acionada e se desloca imediatamente à portaria, a ambulância já tem o acesso pré-autorizado, via rádio (Segurança-Portaria) e ganha tempo valioso no atendimento. Tudo foi pensado de forma criteriosa para garantir que todo o processo, que vai do chamado do morador, à prontidão do laboratório, preparação dos funcionários até a chegada da ambulância acompanhada de um veículo de segurança, funcione com excelência. TRANSPORTE QUALIDADE, CONFORTO E SEGURANÇA. Transporte Executivo gratuito aos moradores do Alphaville, prestado pela empresa SANTA FÉ TRANSPORTES, com uma estrutura composta por equipes de motoristas, manutenção preventiva e limpeza rigorosa, trafego, administração e fiscalização. Os profissionais da Santafé Transportes são bem qualificados através de treinamentos, cursos de atualizações, acompanhamento psicológico e exames de saúde. Além disso os horários das viagens são cumpridos com pontualidade. Tradução do compromisso, competência e qualidade! APLICATIVO DO TRANSPORTE EXECUTIVO ALPHAVILLE O aplicativo do transporte executivo está mais prático, mais ágil e com todas as informações atualizadas. Nele você encontra os horários e itinerários do transporte, e tem a possibilidade de rastrear os veículos. Nova Lima é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, localizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Sua população, conforme estimativas do IBGE de 2021, era de 97 378 habitantes.[8], sendo a 41ª cidade mais populosa do estado de Minas Gerias. O município tem área de 428,449 km² e é o 11º maior território entre os municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Nova Lima faz divisa com a capital Belo Horizonte e a distância entre as duas sedes é de aproximadamente 22 km. A cidade de Nova Lima é historicamente reconhecida pela extração mineral, principalmente do minério de ferro e do ouro. Diversas minas ficam no município, incluindo as minas de Morro Velho, Mostardas, Rio de Peixe, Capitão do Mato, Tamanduá, Mutuca e Mar Azul. Buscando diversificar a economia local à outras potencialidades além da extração mineral, o governo municipal vem implementando incentivos a diversos setores, como indústrias, construção civil, startups e turismo ecológico e gastronômico. Devido a esses incentivos fiscais, a cidade tem se tornado um polo cervejeiro de destaque nacional. O fato de fazer divisa com o a região centro-sul do município de Belo Horizonte, a mais rica da capital, tem conquistado moradores de alta renda para Nova Lima, os quais se instalam nos diversos condomínios de alto luxo e prédios residenciais dos bairros Vila da Serra, Vale do Sereno e Vale dos Cristais. O Plano Diretor do município, que regula o uso da propriedade urbana, é considerado mais permissivo comparado com o de Belo Horizonte, atraindo investimentos e fomentando o mercado imobiliário da região, que a cada ano cresce em números de condomínios e altos edifícios.[12] De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) de 2010, Nova Lima possui IDH de 0,813, ocupando a 1ª colocação dos municípios de Minas Gerais e a 17ª do Brasil. Um estudo divulgado pela Prefeitura de Itabira em 2010 identificou Nova Lima como a primeira cidade de Minas em qualidade de vida.[13] Outro estudo divulgado em 2020 pela Fundação Getulio Vargas revelou que a cidade possui a maior concentração de ricos do Brasil, ocupando a primeira colocação de todas as cidades brasileiras em renda média, baseada pela declaração de imposto de renda dos moradores, em 2018.[14]. Nomes A primeira denominação dada ao local foi a de Campos de Congonhas. Com a expansão das faisqueiras, passou a ser conhecida por Congonhas das Minas de Ouro (pela quantidade de ouro encontrada em suas terras), abrigando a população que trabalhava em diversas minas. Em 1748 o arraial é elevado à condição de freguesia, e em 1836 é criado o distrito, subordinado ao município de Sabará, com o nome de Freguesia de Nossa Senhora do Pilar de Congonhas de Sabará. Em 5 de fevereiro de 1891, data hoje celebrada como o aniversário da cidade, a freguesia se emancipa de Sabará e recebe o nome de Villa Nova de Lima, em homenagem ao ilustre jornalista, poeta, magistrado, jurista, professor e político Antônio Augusto de Lima. Finalmente, em 1923 o município passa a se denominar Nova Lima.[15] História Século XVIII: origens Até o fim do século XVII a principal atividade econômica na colônia brasileira era a de cultivo e comércio da cana-de-açúcar. A partir do momento que o açúcar ficou mais barato na Europa, a Coroa Portuguesa incentivou a busca por ouro no interior do território brasileiro. Na segunda metade do século XVII os paulistas se dedicaram à atividade das bandeiras de mineração, sendo intitulados bandeirantes. Em 1690 os bandeirantes encontraram ouro na região que ficaria conhecida como Minas dos Matos Gerais, o atual estado de Minas Gerais.[16] A história de Nova Lima remonta ao mesmo período, quando o bandeirante paulista Domingos Rodrigues da Fonseca Leme chega em busca do ouro. Ele encontra o ouro nos riachos do Cardoso e dos Cristais. A ele, seguiram-se outros aventureiros, dando origem a um povoamento na região. Por volta de 1708, já havia uma capela dedicada a Nossa Senhora do Pilar — a padroeira da cidade —, e na década de 1720 surgiram engenhos e concessões para a exploração mineral.[17] A Igreja do Senhor do Bonfim, de 1720, atualmente tombada pelo Conselho Consultivo Municipal de Patrimônio Histórico e Artístico de Nova Lima,[18] também marca o início da ocupação da região.[19] Outros mineradores resolvem fixar-se na área, que, àquela época, já possuía um número considerável de habitantes. Já em 1725 a então Congonhas de Sabará começou a explorar ouro na Mina de Morro Velho, sendo a família Freitas a proprietária.[20] Durante todo o século XVIII a extração mineral no arraial foi de baixa produtividade, além de possuir menos habitantes em comparação com Raposos, de localização mais próxima de Sabará, que era o núcleo da região.[21] Século XIX: expansão Até a Independência do Brasil, a Coroa Portuguesa não permitia capitais estrangeiros nos investimentos não portugueses e na exploração mineral. A região de Congonhas de Sabará daquela época não possuía as condições para o florescimento das minas de ouro, como já era visto nas prósperas cidades de Ouro Preto e Mariana, pois a exploração era cara e difícil. Mas com a Independência, as conexões econômicas do Brasil com o mundo tomaram um novo rumo e possibilitaram a presença das atividades estrangeiras nas economias locais.[22] St John Del Rey Mining Co., 1868 Em 1830, depois de quase um século nas mãos da família Freitas, a Mina de Morro Velho foi vendida ao capitão George Francis Lyon, diretor da Mina de Congo Soco, em Caeté. Em 1834, a baixa produtividade na extração de ouro fez com que os Lyon vendessem a mina para a companhia inglesa Saint John del Rey Mining Company.A Saint John del Rey Mining Company era uma companhia de extração aurífera estabelecida na região de São João del-Rei e direção baseada em Londres, capital do Reino Unido. No entanto, a exploração de ouro na região de São João del-Rei não se tornou bem sucedida e a empresa transferiu-se totalmente para as Congonhas de Sabará, optando por manter o nome original da companhia. A partir de então, a exploração da mina passou a ser feita de forma mais organizada e com tecnologias até então pouco comuns no Brasil para a atividade. Com isso, a produtividade da mina aumentou vertiginosamente a sua produção, chegando a ser responsável, em 1879, por 83% do ouro exportado pela província de Minas Gerais.[23] A presença da cultura britânica na região é explicada pela vinda de imigrantes ingleses, funcionários da Saint John del Rey Mining Company, para o trabalho na mina. À explosão na produção aurífera, seguiu-se um desenvolvimento considerável nas pequenas manufaturas locais, que abasteciam a mina com os materiais necessários, e no setor de serviços, com o surgimento de vendas, hospitais, bibliotecas e demais serviços. Estes, por sua vez, também impulsionavam as manufaturas, e os três setores, juntos, foram responsáveis pelo aumento na população local.[23] Escravos e livres trabalhavam juntos em Morro Velho, 1888. Na Mina de Morro Velho havia trabalhadores livres e escravos. Apesar da Inglaterra ter sido o primeiro país do mundo a abolir a escravidão em 1833, a companhia inglesa continuou a se beneficiar da escravidão no Brasil. Para preservar a sua imagem na Inglaterra, a companhia tinha em prática uma política diferenciada no uso da mão de obra escrava, com punições mais brandas e premiações por concessões e benefícios.[24] Em 1850 foi aprovada Lei Eusébio de Queirós, legislação que proibia o tráfico negreiro no país, demandando da companhia novas formas de atrair funcionários para a extração de ouro nas suas dependências. As principais políticas foram a distribuição de cadernetas de crédito, habitações a baixo preço próximas a mina e até a circulação de uma moeda própria para o comércio entre os trabalhadores e o Armazém da Mina, atual Casa Aristides.[25] Nas décadas seguintes aconteceram alguns incidentes que abalaram as operações da mina. Em 1857, um desmoronamento de aproximadamente 170 toneladas de terra, soterrou todo o maquinário e as estruturas de acesso à mina. Em 1869, quando um incêndio que durou quatro dias se alastrou pelas lavras da mina, foram registradas a morte de 21 escravos e um minerador inglês. Ambos os ocorridos, apesar de prejudicarem a empresa, não paralisaram totalmente a extração mineral.[26] Desenho da visita da Família Imperial à Mina de Morro Velho. Angelo Agostini, 1881. Em 1881 o Imperador Dom Pedro II e a Imperatriz Teresa Cristina visitaram a cidade para conhecer a Mina de Morro Velho. A mina era mundialmente famosa pela sua operação em profundidade, chegando a ter sido a mais profunda do mundo no fim do século XIX. Algumas das minas que hoje estão desativadas alcançaram cerca de 2.500 metros de profundidade, chegando até a 2.700 metros.[23] O Casal Imperial foi recebido pelo diretor superintendente da Saint John del Rey Mining Company, Pearson Morrison e ficaram hospedados na Casa Grande, que é hoje o Centro de Memória da AngloGold Ashanti (até 2015 chamado de Centro de Memória Morro Velho). O Imperador foi guiado pela mina e desceu de elevador por 457 metros para visualizar as operações.[27] A visita foi registrada pelo desenhista e artista gráfico ítalo-brasileiro Angelo Agostini. Em 1886 ocorreu o maior acidente da história da Morro Velho: um grave deslizamento da abóbada da mina matou dezenas de escravos e funcionários ingleses e brasileiros.[28] O incidente paralisou suas operações e colocou a mineradora em processo de liquidação. Naquele momento os recentes feitos de George Chalmers, novo superintendente da mina há apenas dois anos no cargo e responsável por reestruturar a mineradora e revolucionar os processos industriais, pareciam terem sidos em vão.[28] Apesar do ocorrido, Chalmers solicitou a confiança dos administradores em Londres com planos ousados para a época e diversificação das atividades para outras galerias.Em 1889 ele consegue o apoio dos diretores e recebe maquinários para a perfuração de dois novos poços com cerca de 700 metros cada um.[29] Homenagem à George Chalmers, no Largo da Matriz, em 1912 Com a abolição da escravidão em 1888 e a Proclamação da República em 1889, a companhia se viu obrigada a entrar em um novo momento histórico que exigia a utilização de mão de obra assalariada. Desde 1850 o governo já estimulava a imigração no território brasileiro e nas últimas décadas do século XIX chegaram à cidade grupos de imigrantes italianos e espanhóis.[26] A partir daí os trabalhos na mina progrediram e as extrações de ouro confirmaram as expectativas de Chalmers de fazer da Morro Velho um dos maiores empreendimentos minerais do mundo.[30] Chalmers dirigiu a Morro Velho por 40 anos, até 1924, e se tornou um respeitado símbolo de prosperidade para a cidade. Século XX: estabelecimento "English Quarter", hoje Quintas, em 1903. Entre 1904 e 1933 foram construídas seis usinas hidrelétricas que compuseram o Grupo Hidrelétrico de Rio de Peixe. Por intermédio de George Chalmers, a St. John adquiriu áreas mais ao sul do território onde o potencial hídrico para produção de energia elétrica era grande. Foram aproveitadas as águas do Rio de Peixe e de represas superiores à região, como a do Miguelão, das Codornas e da Lagoa Grande, que seria renomeada de Lagoa dos Ingleses.[31] A inauguração da nova capital mineira em Belo Horizonte, a 22 km de distância do município foi um dos fatores a propiciar a continuidade do crescimento da região. A proximidade com a nova capital proporcionou à St. John a participação do poder estadual. Nos primeiros anos de Belo Horizonte, a energia elétrica da cidade era fornecida diretamente do Grupo Hidrelétrico de Rio de Peixe.[32] Hoje o Complexo Rio de Peixe conta com sete usinas hidrelétricas que ainda estão em atividade.[33] Alberto I, Rei da Bélgica, em Nova Lima, 1920. Ainda em 1904, o então presidente da república, Rodrigues Alves, visitou a Villa Nova de Lima para conhecer a mina mais profunda do mundo.[32] Já em 1920 a Mina de Morro Velho receberia sua segunda visita real. Depois da visita do Imperador do Brasil em 1881, foi a vez do Rei Alberto I da Bélgica visitar as dependências da Saint John del Rey Mining Company.[34] No Brasil desde o dia 29 de setembro, a visita do Rei causou constante preparação das autoridades brasileiras por ter sido o primeiro chefe de estado a visitar o país. Junto à comitiva real estavam o presidente da república Epitácio Pessoa, o então presidente de Minas Gerais e futuro presidente da república Artur Bernardes e outras celebridades públicas. Foram recepcionados por George Chalmers que lhes apresentou as instalações da mina e preparou um café da manhã e um almoço para a comitiva.[35] Segundo relato de O Paiz, o Rei Alberto desceu 1.950 metros na mina e o presidente Epitácio Pessoa desceu apenas 750 metros.[36] Onze anos depois, em 1931, novamente a Mina de Morro Velho receberia visitantes da realeza. Dessa vez o Príncipe de Gales à época, Eduardo, junto ao seu irmão, o Príncipe Jorge, estiveram na mina para um rápida excursão. A visita dos integrantes da família real britânica foi memorável para os imigrantes ingleses na região.[37] Poucos anos mais tarde, ambos os príncipes se tornariam reis do Reino Unido. Príncipe Eduardo e Príncipe Jorge, na Mina de Morro Velho, em 1931. Acompanhando movimentos operários mundo a fora na segunda década do século XX, operários da cidade criaram um sindicato da classe para representar os seus interesses, o que fez a Saint John se opor. No entanto, devido às novas políticas implementadas pelo governo de Getúlio Vargas, o sindicato se tornou uma voz ativa na cidade.[38] Na metade do século XX os operários começaram a denunciar as condições insalubres no interior da mina ocasionando silicose em vários operários. A doença acabaria por diminuir a vida de muitos trabalhadores. Hoje em dia muitos moradores podem atestar mortes em decorrência da doença em membros antigos de suas famílias.[39] Em 1958 a Mina de Morro Velho foi vendida para a Hanna Corporation e pouco tempo depois foi transferida novamente para acionistas brasileiros que formaram a Mineração Morro Velho. O controle acionário até a década de 90 foi passado para empresas como a Unibanco, o Banco Bozano, Simonsen e a Anglo American.[23] Com o passar das décadas a mineração do ouro foi perdendo o valor pela maior produção mundial (principalmente da África do Sul, onde outras empresas britânicas também estavam instaladas), fazendo com que a empresa sul-africana AngloGold Ashanti adquirisse todos os bens territoriais da antiga Morro Velho e de outros territórios com potenciais de extração aurífera.[40] Também em 1958 se inicia a extração de minério de ferro no município pela Hanna Corporation. Após a Hanna, a extração de minério de ferro foi comandada pela Minerações Brasileiras Reunidas (MBR), fundada em 1964. Em 2006 a Vale S.A. adquire 100% das ações da MBR. Hoje a extração de minério de ferro no município já supera a extração de ouro em valores de exportação.[41] Até a década de 60 havia linhas de bondinho entre a cidade de Nova Lima e a recém emancipada Raposos. A Estrada de Ferro da Morro Velho foi criada em 1913 e o itinerário ligava a Praça do Mineiro, no centro de Nova Lima à Estação Central de Raposos. A ferrovia foi a segunda no brasil a utilizar tração elétrica no país, sendo precedida apenas pela Estrada de Ferro do Corcovado. Também foi inovadora por iniciar suas operações totalmente pela energia elétrica. Devido ao avanço das estradas de rodagem, que diminuiu bastante o tempo da viagem e o custo da movimentação, em 1964 a Mineração Morro Velho decidiu encerrar as atividades na linha.[42] Presidente Médici inaugurando a ETA - Bela Fama, em 1973. Nova Lima teve um dos primeiros políticos cassados pelo governo, durante a ditadura militar. José Gomes Pimenta (popularmente conhecido como Dazinho Pimenta), ex-presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Exploração de Ouro e Metais Preciosos de Nova Lima, foi eleito deputado estadual em 1963, pelo Partido Democrata Cristão (PDC). Sua conexão com as atividades sindicais foi o principal motivo para que ele e outros dois deputados fossem cassados em abril de 1964.[43] No meio do século XX, Belo Horizonte e Região Metropolitana se encontravam em um momento crítico no abastecimento da sua população. A solução do governo federal foi a captação das águas da bacia do Rio das Velhas para suprir parcialmente a necessidade da região. Entre 1958 e 1973 o Departamento Nacional de Obras e Saneamento, com a participação do Banco Nacional de Habitação e da Prefeitura de Belo Horizonte, construiu a Estação de Tratamento de Água de Bela Fama, que viria a se tornar o Sistema Produtor Rio das Velhas (SRV), hoje abastecendo cerca de 47% da população da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Na finalização da primeira etapa do projeto, em 1973, o presidente Médici visitou a cidade para inaugurar a estação de captação. A segunda parte do projeto foi finalizada em 1978, quando foi alcançada a capacidade para fornecer uma média de 5200 l/s de água.[44] Vista panorâmica dos bairros Vale do Sereno e Vila da Serra Geografia Relevo Cava da Mina das Águas Claras, aos pés da Serra do Curral Relevo da região de Rio de Peixe O relevo de Nova Lima é majoritariamente formado por terrenos acidentados, tanto na área central da cidade, quanto no restante do território. Segundo a classificação do prof. Jurandyr Ross, o município integra a região denominada "Planaltos e Serras do Atlântico Leste-Sudeste", composto principalmente por rochas metamórficas. Nova Lima é delimitada no limite de suas divisas, do norte ao sudoeste, por cadeias de serras que integram o maciço da Serra do Espinhaço, dentre elas a Serra do Curral, a Serra do Cachimbo, a Serra do Rola Moça, a Serra da Calçada e a Serra da Moeda. É muito comum observar atividades físicas e de turismo ecológico nestas áreas como: ciclismo de montanha, motocross, trilha ecológica e escalada.[45] Em áreas internas do município também há serras de grandes elevações, como o Morro do Chapéu, o Morro do Elefante e o Morro do Campo do Pires. O ponto mais elevado da cidade se localiza na Serra do Cachimbo, com 1.583 m de altitude. Já a altitude mínima se encontra às margens do Rio das Velhas, com altitude de 722 m.[46] A sede do município conta com uma altitude de 750 m (na Igreja Matriz). Mesmo dentro do perímetro central da cidade há uma considerável diferença de altitude, variando de 735 m a 800 m.[47] O município está dentro do Quadrilátero Ferrífero, região mineira que concentra o maior percentual de produção nacional de minério de ferro, e possui uma reserva mineral rica e abrangente.[48] As principais reservas minerais de Nova Lima são o ouro, o minério de ferro e o manganês.[49] Hoje em dia, a concentração de extração mineral está localizada em minas da região central do território nova-limense e do sul, próximo aos municípios de Rio Acima e Itabirito. Algumas cavas de mineração abandonadas na cidade estão submersas por milhares de metros cúbicos de água. Uma delas é a Cava da Mina das Águas Claras, localizada aos pés da Serra do Curral.[50] A Serra da Calçada, que emoldura o município, considerada "um dos mais bonitos cartões-postais da Região Metropolitana de BH", está ameaçada pela expansão imobiliária e ação de mineradoras.[51] A Serra do Curral também tem se tornado um ponto de debate entre setores ambientais e empreendedores da construção civil. Um conjunto de prédios, próximo à Serra do Curral, foi embargado por 10 anos por se considerar que a altura dos empreendimentos impediria que os moradores da região visualizassem o topo da Serra. Decidiu-se que os prédios terão número de andares menor que o projeto aprovado, a fim de solucionar o impasse.[12] Ecossistema Mata do Jambreiro, vista pela área da Vale A vegetação de Nova Lima é diversificada e cerca de 60% do território nova-limense é preservado.[52] Nas serras, a vegetação predominante é a vegetação de altitude, mais especificadamente chamada de campos de altitude. Nos vales há uma série de vegetações, desde áreas remanescentes da Mata Atlântica até transições para o Cerrado. Outra vegetação que também tem uma grande representatividade no território da cidade é a Capoeira. Um estudo realizado em 2010 analisou uma mata no Vale dos Cristais. Neste estudo foram encontradas 205 espécies de plantas, sendo que 16% delas eram de domínio restrito à Mata Atlântica e apenas 1% de domínio restrito ao Cerrado, 35% das espécies se apresentavam nos dois biomas, já 31% eram de ampla distribuição no território brasileiro. Os outros 17% das espécies são encontradas na Mata Atlântica, Amazônia, Caatinga e/ou Cerrado. O estudo concluiu que a mata analisada pode ser classificada como Mata Atlântica latu sensu.[53] Nas últimas décadas, as instituições públicas municipais vêm tentando amenizar o impacto da degradação ao meio ambiente através de criação de parques ecológicos, como o Parque Ecológico Rego dos Carrapatos e centros ambientais em parceria com mineradoras da cidade.[54] A Mata do Jambreiro, uma área de vegetação remanescente da Mata Atlântica, é hoje um dos pontos mais importantes e preservados da cidade. Dentro da mata existe o Centro de Proteção e Educação Ambiental da Mata do Jambreiro, uma reserva particular mantida pela Vale em compensação às suas atividades de extração mineral na cidade. Existe um programa municipal em parceria com a empresa de educação ambiental junto à crianças do ensino fundamental de toda a cidade, envolvendo excursões escolares e outras atividades extracurriculares.[55] Outra reserva natural de mesma estirpe foi inaugurada em 2014, a Reserva do Vale dos Cristais.[56] Antes das suas criações, essas áreas ambientais estavam em risco devido ao crescimento imobiliário na região.[57] A Mata Samuel de Paula abriga o Centro de Educação Ambiental da AngloGold Ashanti, criado em 2000. Entre 2004 e 2007 o Centro de Educação Ambiental fez um levantamento para identificar a fauna da região. O levantamento apresentou 159 espécies de animais, 14 de anfíbios, 5 de répteis e 13 de mamíferos.[58] Alguns dos mamíferos silvestres encontrados em Nova Lima são tamanduás-bandeira, lobos-guará, onças pardas e onças pintadas.[59][60][61] Em épocas de seca, a cidade constantemente sofre com incêndios naturais e acidentais em pastos e em suas reservas naturais.[62] Hidrografia Um poço, no bairro de Honório Bicalho Nova Lima é parcialmente cortada pelo Rio das Velhas, que é o maior afluente em extensão do Rio São Francisco. O Rio das Velhas corta o município nos bairros de Santa Rita, Honório Bicalho e Nova Suíça. Existe um total de sete subdivisões de bacias e duas áreas de drenagem inscritas pela Secretaria de Meio Ambiente do município, sendo elas: Córrego do Cubango, Ribeirão Água Suja/Cardoso/Cristais (subdivisão que compreende a maior parte da população da cidade), Córrego Queiroz, Córrego Cambimbe, Ribeirão dos Macacos, Córrego do Catumbi e Rio do Peixe (sendo esta a maior delas, representando 34,97% do território nova-limense), além das duas áreas de drenagem: de Bela Fama e de Honório Bicalho.[63] Ribeirão dos Cristais foi canalizado no trecho que corta o centro da cidade em 1992 e sua área foi destinada a criação da Avenida José Bernardo de Barros. Devido a essa canalização, há ocorrências de inundações na via de tempos em tempos. Outras áreas que sofrem com inundações são os bairros de Santa Rita e Honório Bicalho, devido à proximidade das casas em relação ao leito do Rio das Velhas.[63] O município conta com uma série de rios, riachos e córregos nos vales, entre as serras da cidade. De acordo com mapeamento elaborado pela Prefeitura Municipal de Nova Lima, a cidade possui mais de 800 nascentes espalhadas pelo seu território.[64] A subdivisão de bacia de Rio do Peixe possui três grandes reservatórios que servem para aproveitamento hidrelétrico a jusante: a Lagoa dos Ingleses, a Lagoa das Codornas e a Lagoa do Miguelão. Além disso a reserva hídrica da cidade é responsável por 51% do abastecimento de água de Belo Horizonte e de outras cidades da Região Metropolitana, fornecendo água a mais de 2 milhões de pessoas. [65] Clima Tempestade se aproximando do Vale do Sereno O município possui o clima tropical com inverno seco (Aw de acordo com a classificação climática de Köppen-Geiger).[66] A temperatura da cidade varia de 13 °C a 29 °C ao longo do ano. Durante o inverno, algumas poucas vezes a cidade possui temperaturas abaixo dos 10 °C (junho e julho). De mesmo modo, no verão, em raras vezes a temperatura ultrapassa os 32 °C (janeiro e fevereiro).[67] Entre os moradores da Região Metropolitana, Nova Lima é conhecida por ser uma cidade com baixas temperaturas em comparação com os outros municípios da região. Fatores que explicam essa diferença em relação aos outros municípios são a topografia, a densa vegetação e a altitude de alguns bairros da cidade. Grande parte dos moradores do município trabalham em Belo Horizonte e ocasionalmente sentem uma diferença de até 6 °C no trajeto de aproximadamente 30 a 40 minutos entre as suas casas e a capital.[68] O tempo seco dura quase 7 meses, desde o fim de março ao início de outubro, incluindo todo o inverno. Após outubro, frequentemente são observadas chuvas rápidas no mês de outubro e então no mês de novembro se estabelece a estação de maior precipitação, até o mês de fevereiro. O índice pluviométrico anual médio de Nova Lima é 1390 mm.[69] A porcentagem de céu encoberto também acompanha as estações de seca e precipitação.[67] Durante o inverno é muito comum acompanhar neblinas entre as serras da cidade, ocasionando baixa visibilidade nas estradas e baixa nas temperaturas. Ao contrário de Belo Horizonte, que é protegida pela Serra do Curral contra ventos mais fortes,[70] Nova Lima possui variações sazonais de pequeno porte, com ventos constantes ao fim do dia de média anual de 15 km/h. Em cerca de 50% do tempo, a direção média horária dos ventos na cidade é do Leste.[67]Nova Lima - MGCobertura Duplex 04 quartos 04 suítes 03 vagas - Lagoa dos Ingleses1° piso - sala 02 ambientes piso cerâmica, lavabo piso em cerâmica bancada em granito. Varanda gourmet, com churrasqueira , piso em cerâmica com linda vista para a lagoa. 04 quartos piso em laminado de madeira sem armários, sendo 02 suítes e 02 semi-suítes. 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O seu constante crescimento tem atraído grandes investimentos externos e internos, ampliando ainda mais o leque de benefícios proporcionados pelo bairro, como espaços comerciais, escolas, transporte público, ambulatórios, instituições financeiras, supermercados, restaurantes, bares, além de clubes para prática esportiva, dentre outros. Com tudo isso, os moradores acabam desenvolvendo um senso de comunidade unidos pela mesma visão e missão de bem estar e sustentabilidade, e são representados por associação, que busca ampliar os benefícios de morar nesse local. HISTÓRIA A região da Lagoa dos Ingleses, sempre atraiu o olhar de grandes empreendedores, desde o século XIX. Dentre eles, o engenheiro inglês George Chalmers, que foi recrutado pela empresa britânica St John d'el Rey Mining Company para o cargo de superintendente da mina Morro Velho, com o objetivo de transformá-la na mais profunda e famosa mina de ouro do mundo. Chalmers desenvolveu vários empreendimentos a fim de reorganizar todos os processos industriais e do sistema de trabalho da Morro Velho e sonhava em transformar a região da Lagoa dos Ingleses, construída em 1932 pelos ingleses que exploravam ouro no local, numa área habitacional para abrigar os empregados ingleses, o que explica o nome da região. Assim, nasceu um novo perfil de ocupação da região e o primeiro grande empreendimento imobiliário foi inaugurado em 1998. A partir de então, investidores e construtoras no ramo imobiliário passaram a fazer grandes empreendimentos na região. Hoje, morar no Condomínio Alphaville Lagoa dos Ingleses se tornou o sonho de várias famílias. Se a sua é uma dessas, acredite que esse sonho é possível! Venha nos fazer uma visita e conhecer mais desse maravilhoso empreendimento, onde você encontra as mais belas casas em condomínio fechado de MG. LAZER O Alphaville Lagoa dos Ingleses tem uma proposta completa e eficiente de lazer e esportes, com espaços, eventos criativos que que priorizam o bem estar coletivo. No Condomínio residencial, a bela paisagem é um dos fatores que nos convida a uma vida saudável e qualitativa. Lá pode-se fazer caminhada ou praticar esportes náuticos na Lagoa dos Ingleses. MINAS TÊNIS NÁUTICO CLUBE O Náutico Clube, âncora do Condomínio Alphaville Lagoa dos Ingleses, é hoje um dos mais importantes locais de lazer da Região Metropolitana de Belo Horizonte e está em processo de ampliação. Com área de 117 mil m², o Clube é localizado em região privilegiada, cercada pela natureza e muita tranquilidade, e oferece aos sócios moderna infraestrutura de esporte e lazer, além de variada linha de serviços. SAÚDE E SEGURANÇA SEGURANÇA O Condomínio Alphaville Lagoa dos Ingleses conta com uma excelente estrutura de saúde e segurança, e está sempre buscando novas estratégias e novos planos para conter a violência e garantir uma vida mais tranquila. Com a chegada da SIA Segurança, a maneira de cuidar de todo o complexo Alphaville foi repensado. Entre as principais melhorias estão: O uso de veículo SUV com maior porte, alta capacidade ostensiva e efeito psicológico. Ampliação para quatro setores de patrulhamento, utilizando quatro motos em ronda e implantação de procedimento padronizado e único de segurança para todos os associados. Mão de obra designada sujeita a reciclagem bienal; treinamento de atualização de conduta e procedimento semestral; auditorias de qualidade trimestrais e diagnóstico de vulnerabilidade atualizado anualmente. SAÚDE O PAE – Plano de Atendimento Emergencial Alphaville surgiu com um único objetivo: agilizar ao máximo o atendimento médico ao morador. Ele passou a funcionar de forma integrada com o sistema de segurança, tudo voltado para uma resposta mais rápida no atendimento. Com a inauguração do novo espaço da SIA, os moradores passam a contar com ambulatório montado para os primeiros socorros, ambulância nova e bem equipada, para os casos de emergência. Como funciona? A ligação é recebida diretamente na base operacional (3547-3005). A Equipe médica já é acionada e se desloca imediatamente à portaria, a ambulância já tem o acesso pré-autorizado, via rádio (Segurança-Portaria) e ganha tempo valioso no atendimento. Tudo foi pensado de forma criteriosa para garantir que todo o processo, que vai do chamado do morador, à prontidão do laboratório, preparação dos funcionários até a chegada da ambulância acompanhada de um veículo de segurança, funcione com excelência. TRANSPORTE QUALIDADE, CONFORTO E SEGURANÇA. Transporte Executivo gratuito aos moradores do Alphaville, prestado pela empresa SANTA FÉ TRANSPORTES, com uma estrutura composta por equipes de motoristas, manutenção preventiva e limpeza rigorosa, trafego, administração e fiscalização. Os profissionais da Santafé Transportes são bem qualificados através de treinamentos, cursos de atualizações, acompanhamento psicológico e exames de saúde. Além disso os horários das viagens são cumpridos com pontualidade. Tradução do compromisso, competência e qualidade! APLICATIVO DO TRANSPORTE EXECUTIVO ALPHAVILLE O aplicativo do transporte executivo está mais prático, mais ágil e com todas as informações atualizadas. Nele você encontra os horários e itinerários do transporte, e tem a possibilidade de rastrear os veículos. Nova Lima é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, localizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Sua população, conforme estimativas do IBGE de 2021, era de 97 378 habitantes.[8], sendo a 41ª cidade mais populosa do estado de Minas Gerias. O município tem área de 428,449 km² e é o 11º maior território entre os municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Nova Lima faz divisa com a capital Belo Horizonte e a distância entre as duas sedes é de aproximadamente 22 km. A cidade de Nova Lima é historicamente reconhecida pela extração mineral, principalmente do minério de ferro e do ouro. Diversas minas ficam no município, incluindo as minas de Morro Velho, Mostardas, Rio de Peixe, Capitão do Mato, Tamanduá, Mutuca e Mar Azul. Buscando diversificar a economia local à outras potencialidades além da extração mineral, o governo municipal vem implementando incentivos a diversos setores, como indústrias, construção civil, startups e turismo ecológico e gastronômico. Devido a esses incentivos fiscais, a cidade tem se tornado um polo cervejeiro de destaque nacional. O fato de fazer divisa com o a região centro-sul do município de Belo Horizonte, a mais rica da capital, tem conquistado moradores de alta renda para Nova Lima, os quais se instalam nos diversos condomínios de alto luxo e prédios residenciais dos bairros Vila da Serra, Vale do Sereno e Vale dos Cristais. O Plano Diretor do município, que regula o uso da propriedade urbana, é considerado mais permissivo comparado com o de Belo Horizonte, atraindo investimentos e fomentando o mercado imobiliário da região, que a cada ano cresce em números de condomínios e altos edifícios.[12] De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) de 2010, Nova Lima possui IDH de 0,813, ocupando a 1ª colocação dos municípios de Minas Gerais e a 17ª do Brasil. Um estudo divulgado pela Prefeitura de Itabira em 2010 identificou Nova Lima como a primeira cidade de Minas em qualidade de vida.[13] Outro estudo divulgado em 2020 pela Fundação Getulio Vargas revelou que a cidade possui a maior concentração de ricos do Brasil, ocupando a primeira colocação de todas as cidades brasileiras em renda média, baseada pela declaração de imposto de renda dos moradores, em 2018.[14]. Nomes A primeira denominação dada ao local foi a de Campos de Congonhas. Com a expansão das faisqueiras, passou a ser conhecida por Congonhas das Minas de Ouro (pela quantidade de ouro encontrada em suas terras), abrigando a população que trabalhava em diversas minas. Em 1748 o arraial é elevado à condição de freguesia, e em 1836 é criado o distrito, subordinado ao município de Sabará, com o nome de Freguesia de Nossa Senhora do Pilar de Congonhas de Sabará. Em 5 de fevereiro de 1891, data hoje celebrada como o aniversário da cidade, a freguesia se emancipa de Sabará e recebe o nome de Villa Nova de Lima, em homenagem ao ilustre jornalista, poeta, magistrado, jurista, professor e político Antônio Augusto de Lima. Finalmente, em 1923 o município passa a se denominar Nova Lima.[15] História Século XVIII: origens Até o fim do século XVII a principal atividade econômica na colônia brasileira era a de cultivo e comércio da cana-de-açúcar. A partir do momento que o açúcar ficou mais barato na Europa, a Coroa Portuguesa incentivou a busca por ouro no interior do território brasileiro. Na segunda metade do século XVII os paulistas se dedicaram à atividade das bandeiras de mineração, sendo intitulados bandeirantes. Em 1690 os bandeirantes encontraram ouro na região que ficaria conhecida como Minas dos Matos Gerais, o atual estado de Minas Gerais.[16] A história de Nova Lima remonta ao mesmo período, quando o bandeirante paulista Domingos Rodrigues da Fonseca Leme chega em busca do ouro. Ele encontra o ouro nos riachos do Cardoso e dos Cristais. A ele, seguiram-se outros aventureiros, dando origem a um povoamento na região. Por volta de 1708, já havia uma capela dedicada a Nossa Senhora do Pilar — a padroeira da cidade —, e na década de 1720 surgiram engenhos e concessões para a exploração mineral.[17] A Igreja do Senhor do Bonfim, de 1720, atualmente tombada pelo Conselho Consultivo Municipal de Patrimônio Histórico e Artístico de Nova Lima,[18] também marca o início da ocupação da região.[19] Outros mineradores resolvem fixar-se na área, que, àquela época, já possuía um número considerável de habitantes. Já em 1725 a então Congonhas de Sabará começou a explorar ouro na Mina de Morro Velho, sendo a família Freitas a proprietária.[20] Durante todo o século XVIII a extração mineral no arraial foi de baixa produtividade, além de possuir menos habitantes em comparação com Raposos, de localização mais próxima de Sabará, que era o núcleo da região.[21] Século XIX: expansão Até a Independência do Brasil, a Coroa Portuguesa não permitia capitais estrangeiros nos investimentos não portugueses e na exploração mineral. A região de Congonhas de Sabará daquela época não possuía as condições para o florescimento das minas de ouro, como já era visto nas prósperas cidades de Ouro Preto e Mariana, pois a exploração era cara e difícil. Mas com a Independência, as conexões econômicas do Brasil com o mundo tomaram um novo rumo e possibilitaram a presença das atividades estrangeiras nas economias locais.[22] St John Del Rey Mining Co., 1868 Em 1830, depois de quase um século nas mãos da família Freitas, a Mina de Morro Velho foi vendida ao capitão George Francis Lyon, diretor da Mina de Congo Soco, em Caeté. Em 1834, a baixa produtividade na extração de ouro fez com que os Lyon vendessem a mina para a companhia inglesa Saint John del Rey Mining Company.A Saint John del Rey Mining Company era uma companhia de extração aurífera estabelecida na região de São João del-Rei e direção baseada em Londres, capital do Reino Unido. No entanto, a exploração de ouro na região de São João del-Rei não se tornou bem sucedida e a empresa transferiu-se totalmente para as Congonhas de Sabará, optando por manter o nome original da companhia. A partir de então, a exploração da mina passou a ser feita de forma mais organizada e com tecnologias até então pouco comuns no Brasil para a atividade. Com isso, a produtividade da mina aumentou vertiginosamente a sua produção, chegando a ser responsável, em 1879, por 83% do ouro exportado pela província de Minas Gerais.[23] A presença da cultura britânica na região é explicada pela vinda de imigrantes ingleses, funcionários da Saint John del Rey Mining Company, para o trabalho na mina. À explosão na produção aurífera, seguiu-se um desenvolvimento considerável nas pequenas manufaturas locais, que abasteciam a mina com os materiais necessários, e no setor de serviços, com o surgimento de vendas, hospitais, bibliotecas e demais serviços. Estes, por sua vez, também impulsionavam as manufaturas, e os três setores, juntos, foram responsáveis pelo aumento na população local.[23] Escravos e livres trabalhavam juntos em Morro Velho, 1888. Na Mina de Morro Velho havia trabalhadores livres e escravos. Apesar da Inglaterra ter sido o primeiro país do mundo a abolir a escravidão em 1833, a companhia inglesa continuou a se beneficiar da escravidão no Brasil. Para preservar a sua imagem na Inglaterra, a companhia tinha em prática uma política diferenciada no uso da mão de obra escrava, com punições mais brandas e premiações por concessões e benefícios.[24] Em 1850 foi aprovada Lei Eusébio de Queirós, legislação que proibia o tráfico negreiro no país, demandando da companhia novas formas de atrair funcionários para a extração de ouro nas suas dependências. As principais políticas foram a distribuição de cadernetas de crédito, habitações a baixo preço próximas a mina e até a circulação de uma moeda própria para o comércio entre os trabalhadores e o Armazém da Mina, atual Casa Aristides.[25] Nas décadas seguintes aconteceram alguns incidentes que abalaram as operações da mina. Em 1857, um desmoronamento de aproximadamente 170 toneladas de terra, soterrou todo o maquinário e as estruturas de acesso à mina. Em 1869, quando um incêndio que durou quatro dias se alastrou pelas lavras da mina, foram registradas a morte de 21 escravos e um minerador inglês. Ambos os ocorridos, apesar de prejudicarem a empresa, não paralisaram totalmente a extração mineral.[26] Desenho da visita da Família Imperial à Mina de Morro Velho. Angelo Agostini, 1881. Em 1881 o Imperador Dom Pedro II e a Imperatriz Teresa Cristina visitaram a cidade para conhecer a Mina de Morro Velho. A mina era mundialmente famosa pela sua operação em profundidade, chegando a ter sido a mais profunda do mundo no fim do século XIX. Algumas das minas que hoje estão desativadas alcançaram cerca de 2.500 metros de profundidade, chegando até a 2.700 metros.[23] O Casal Imperial foi recebido pelo diretor superintendente da Saint John del Rey Mining Company, Pearson Morrison e ficaram hospedados na Casa Grande, que é hoje o Centro de Memória da AngloGold Ashanti (até 2015 chamado de Centro de Memória Morro Velho). O Imperador foi guiado pela mina e desceu de elevador por 457 metros para visualizar as operações.[27] A visita foi registrada pelo desenhista e artista gráfico ítalo-brasileiro Angelo Agostini. Em 1886 ocorreu o maior acidente da história da Morro Velho: um grave deslizamento da abóbada da mina matou dezenas de escravos e funcionários ingleses e brasileiros.[28] O incidente paralisou suas operações e colocou a mineradora em processo de liquidação. Naquele momento os recentes feitos de George Chalmers, novo superintendente da mina há apenas dois anos no cargo e responsável por reestruturar a mineradora e revolucionar os processos industriais, pareciam terem sidos em vão.[28] Apesar do ocorrido, Chalmers solicitou a confiança dos administradores em Londres com planos ousados para a época e diversificação das atividades para outras galerias.Em 1889 ele consegue o apoio dos diretores e recebe maquinários para a perfuração de dois novos poços com cerca de 700 metros cada um.[29] Homenagem à George Chalmers, no Largo da Matriz, em 1912 Com a abolição da escravidão em 1888 e a Proclamação da República em 1889, a companhia se viu obrigada a entrar em um novo momento histórico que exigia a utilização de mão de obra assalariada. Desde 1850 o governo já estimulava a imigração no território brasileiro e nas últimas décadas do século XIX chegaram à cidade grupos de imigrantes italianos e espanhóis.[26] A partir daí os trabalhos na mina progrediram e as extrações de ouro confirmaram as expectativas de Chalmers de fazer da Morro Velho um dos maiores empreendimentos minerais do mundo.[30] Chalmers dirigiu a Morro Velho por 40 anos, até 1924, e se tornou um respeitado símbolo de prosperidade para a cidade. Século XX: estabelecimento "English Quarter", hoje Quintas, em 1903. Entre 1904 e 1933 foram construídas seis usinas hidrelétricas que compuseram o Grupo Hidrelétrico de Rio de Peixe. Por intermédio de George Chalmers, a St. John adquiriu áreas mais ao sul do território onde o potencial hídrico para produção de energia elétrica era grande. Foram aproveitadas as águas do Rio de Peixe e de represas superiores à região, como a do Miguelão, das Codornas e da Lagoa Grande, que seria renomeada de Lagoa dos Ingleses.[31] A inauguração da nova capital mineira em Belo Horizonte, a 22 km de distância do município foi um dos fatores a propiciar a continuidade do crescimento da região. A proximidade com a nova capital proporcionou à St. John a participação do poder estadual. Nos primeiros anos de Belo Horizonte, a energia elétrica da cidade era fornecida diretamente do Grupo Hidrelétrico de Rio de Peixe.[32] Hoje o Complexo Rio de Peixe conta com sete usinas hidrelétricas que ainda estão em atividade.[33] Alberto I, Rei da Bélgica, em Nova Lima, 1920. Ainda em 1904, o então presidente da república, Rodrigues Alves, visitou a Villa Nova de Lima para conhecer a mina mais profunda do mundo.[32] Já em 1920 a Mina de Morro Velho receberia sua segunda visita real. Depois da visita do Imperador do Brasil em 1881, foi a vez do Rei Alberto I da Bélgica visitar as dependências da Saint John del Rey Mining Company.[34] No Brasil desde o dia 29 de setembro, a visita do Rei causou constante preparação das autoridades brasileiras por ter sido o primeiro chefe de estado a visitar o país. Junto à comitiva real estavam o presidente da república Epitácio Pessoa, o então presidente de Minas Gerais e futuro presidente da república Artur Bernardes e outras celebridades públicas. Foram recepcionados por George Chalmers que lhes apresentou as instalações da mina e preparou um café da manhã e um almoço para a comitiva.[35] Segundo relato de O Paiz, o Rei Alberto desceu 1.950 metros na mina e o presidente Epitácio Pessoa desceu apenas 750 metros.[36] Onze anos depois, em 1931, novamente a Mina de Morro Velho receberia visitantes da realeza. Dessa vez o Príncipe de Gales à época, Eduardo, junto ao seu irmão, o Príncipe Jorge, estiveram na mina para um rápida excursão. A visita dos integrantes da família real britânica foi memorável para os imigrantes ingleses na região.[37] Poucos anos mais tarde, ambos os príncipes se tornariam reis do Reino Unido. Príncipe Eduardo e Príncipe Jorge, na Mina de Morro Velho, em 1931. Acompanhando movimentos operários mundo a fora na segunda década do século XX, operários da cidade criaram um sindicato da classe para representar os seus interesses, o que fez a Saint John se opor. No entanto, devido às novas políticas implementadas pelo governo de Getúlio Vargas, o sindicato se tornou uma voz ativa na cidade.[38] Na metade do século XX os operários começaram a denunciar as condições insalubres no interior da mina ocasionando silicose em vários operários. A doença acabaria por diminuir a vida de muitos trabalhadores. Hoje em dia muitos moradores podem atestar mortes em decorrência da doença em membros antigos de suas famílias.[39] Em 1958 a Mina de Morro Velho foi vendida para a Hanna Corporation e pouco tempo depois foi transferida novamente para acionistas brasileiros que formaram a Mineração Morro Velho. O controle acionário até a década de 90 foi passado para empresas como a Unibanco, o Banco Bozano, Simonsen e a Anglo American.[23] Com o passar das décadas a mineração do ouro foi perdendo o valor pela maior produção mundial (principalmente da África do Sul, onde outras empresas britânicas também estavam instaladas), fazendo com que a empresa sul-africana AngloGold Ashanti adquirisse todos os bens territoriais da antiga Morro Velho e de outros territórios com potenciais de extração aurífera.[40] Também em 1958 se inicia a extração de minério de ferro no município pela Hanna Corporation. Após a Hanna, a extração de minério de ferro foi comandada pela Minerações Brasileiras Reunidas (MBR), fundada em 1964. Em 2006 a Vale S.A. adquire 100% das ações da MBR. Hoje a extração de minério de ferro no município já supera a extração de ouro em valores de exportação.[41] Até a década de 60 havia linhas de bondinho entre a cidade de Nova Lima e a recém emancipada Raposos. A Estrada de Ferro da Morro Velho foi criada em 1913 e o itinerário ligava a Praça do Mineiro, no centro de Nova Lima à Estação Central de Raposos. A ferrovia foi a segunda no brasil a utilizar tração elétrica no país, sendo precedida apenas pela Estrada de Ferro do Corcovado. Também foi inovadora por iniciar suas operações totalmente pela energia elétrica. Devido ao avanço das estradas de rodagem, que diminuiu bastante o tempo da viagem e o custo da movimentação, em 1964 a Mineração Morro Velho decidiu encerrar as atividades na linha.[42] Presidente Médici inaugurando a ETA - Bela Fama, em 1973. Nova Lima teve um dos primeiros políticos cassados pelo governo, durante a ditadura militar. José Gomes Pimenta (popularmente conhecido como Dazinho Pimenta), ex-presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Exploração de Ouro e Metais Preciosos de Nova Lima, foi eleito deputado estadual em 1963, pelo Partido Democrata Cristão (PDC). Sua conexão com as atividades sindicais foi o principal motivo para que ele e outros dois deputados fossem cassados em abril de 1964.[43] No meio do século XX, Belo Horizonte e Região Metropolitana se encontravam em um momento crítico no abastecimento da sua população. A solução do governo federal foi a captação das águas da bacia do Rio das Velhas para suprir parcialmente a necessidade da região. Entre 1958 e 1973 o Departamento Nacional de Obras e Saneamento, com a participação do Banco Nacional de Habitação e da Prefeitura de Belo Horizonte, construiu a Estação de Tratamento de Água de Bela Fama, que viria a se tornar o Sistema Produtor Rio das Velhas (SRV), hoje abastecendo cerca de 47% da população da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Na finalização da primeira etapa do projeto, em 1973, o presidente Médici visitou a cidade para inaugurar a estação de captação. A segunda parte do projeto foi finalizada em 1978, quando foi alcançada a capacidade para fornecer uma média de 5200 l/s de água.[44] Vista panorâmica dos bairros Vale do Sereno e Vila da Serra Geografia Relevo Cava da Mina das Águas Claras, aos pés da Serra do Curral Relevo da região de Rio de Peixe O relevo de Nova Lima é majoritariamente formado por terrenos acidentados, tanto na área central da cidade, quanto no restante do território. Segundo a classificação do prof. Jurandyr Ross, o município integra a região denominada "Planaltos e Serras do Atlântico Leste-Sudeste", composto principalmente por rochas metamórficas. Nova Lima é delimitada no limite de suas divisas, do norte ao sudoeste, por cadeias de serras que integram o maciço da Serra do Espinhaço, dentre elas a Serra do Curral, a Serra do Cachimbo, a Serra do Rola Moça, a Serra da Calçada e a Serra da Moeda. É muito comum observar atividades físicas e de turismo ecológico nestas áreas como: ciclismo de montanha, motocross, trilha ecológica e escalada.[45] Em áreas internas do município também há serras de grandes elevações, como o Morro do Chapéu, o Morro do Elefante e o Morro do Campo do Pires. O ponto mais elevado da cidade se localiza na Serra do Cachimbo, com 1.583 m de altitude. Já a altitude mínima se encontra às margens do Rio das Velhas, com altitude de 722 m.[46] A sede do município conta com uma altitude de 750 m (na Igreja Matriz). Mesmo dentro do perímetro central da cidade há uma considerável diferença de altitude, variando de 735 m a 800 m.[47] O município está dentro do Quadrilátero Ferrífero, região mineira que concentra o maior percentual de produção nacional de minério de ferro, e possui uma reserva mineral rica e abrangente.[48] As principais reservas minerais de Nova Lima são o ouro, o minério de ferro e o manganês.[49] Hoje em dia, a concentração de extração mineral está localizada em minas da região central do território nova-limense e do sul, próximo aos municípios de Rio Acima e Itabirito. Algumas cavas de mineração abandonadas na cidade estão submersas por milhares de metros cúbicos de água. Uma delas é a Cava da Mina das Águas Claras, localizada aos pés da Serra do Curral.[50] A Serra da Calçada, que emoldura o município, considerada "um dos mais bonitos cartões-postais da Região Metropolitana de BH", está ameaçada pela expansão imobiliária e ação de mineradoras.[51] A Serra do Curral também tem se tornado um ponto de debate entre setores ambientais e empreendedores da construção civil. Um conjunto de prédios, próximo à Serra do Curral, foi embargado por 10 anos por se considerar que a altura dos empreendimentos impediria que os moradores da região visualizassem o topo da Serra. Decidiu-se que os prédios terão número de andares menor que o projeto aprovado, a fim de solucionar o impasse.[12] Ecossistema Mata do Jambreiro, vista pela área da Vale A vegetação de Nova Lima é diversificada e cerca de 60% do território nova-limense é preservado.[52] Nas serras, a vegetação predominante é a vegetação de altitude, mais especificadamente chamada de campos de altitude. Nos vales há uma série de vegetações, desde áreas remanescentes da Mata Atlântica até transições para o Cerrado. Outra vegetação que também tem uma grande representatividade no território da cidade é a Capoeira. Um estudo realizado em 2010 analisou uma mata no Vale dos Cristais. Neste estudo foram encontradas 205 espécies de plantas, sendo que 16% delas eram de domínio restrito à Mata Atlântica e apenas 1% de domínio restrito ao Cerrado, 35% das espécies se apresentavam nos dois biomas, já 31% eram de ampla distribuição no território brasileiro. Os outros 17% das espécies são encontradas na Mata Atlântica, Amazônia, Caatinga e/ou Cerrado. O estudo concluiu que a mata analisada pode ser classificada como Mata Atlântica latu sensu.[53] Nas últimas décadas, as instituições públicas municipais vêm tentando amenizar o impacto da degradação ao meio ambiente através de criação de parques ecológicos, como o Parque Ecológico Rego dos Carrapatos e centros ambientais em parceria com mineradoras da cidade.[54] A Mata do Jambreiro, uma área de vegetação remanescente da Mata Atlântica, é hoje um dos pontos mais importantes e preservados da cidade. Dentro da mata existe o Centro de Proteção e Educação Ambiental da Mata do Jambreiro, uma reserva particular mantida pela Vale em compensação às suas atividades de extração mineral na cidade. Existe um programa municipal em parceria com a empresa de educação ambiental junto à crianças do ensino fundamental de toda a cidade, envolvendo excursões escolares e outras atividades extracurriculares.[55] Outra reserva natural de mesma estirpe foi inaugurada em 2014, a Reserva do Vale dos Cristais.[56] Antes das suas criações, essas áreas ambientais estavam em risco devido ao crescimento imobiliário na região.[57] A Mata Samuel de Paula abriga o Centro de Educação Ambiental da AngloGold Ashanti, criado em 2000. Entre 2004 e 2007 o Centro de Educação Ambiental fez um levantamento para identificar a fauna da região. O levantamento apresentou 159 espécies de animais, 14 de anfíbios, 5 de répteis e 13 de mamíferos.[58] Alguns dos mamíferos silvestres encontrados em Nova Lima são tamanduás-bandeira, lobos-guará, onças pardas e onças pintadas.[59][60][61] Em épocas de seca, a cidade constantemente sofre com incêndios naturais e acidentais em pastos e em suas reservas naturais.[62] Hidrografia Um poço, no bairro de Honório Bicalho Nova Lima é parcialmente cortada pelo Rio das Velhas, que é o maior afluente em extensão do Rio São Francisco. O Rio das Velhas corta o município nos bairros de Santa Rita, Honório Bicalho e Nova Suíça. Existe um total de sete subdivisões de bacias e duas áreas de drenagem inscritas pela Secretaria de Meio Ambiente do município, sendo elas: Córrego do Cubango, Ribeirão Água Suja/Cardoso/Cristais (subdivisão que compreende a maior parte da população da cidade), Córrego Queiroz, Córrego Cambimbe, Ribeirão dos Macacos, Córrego do Catumbi e Rio do Peixe (sendo esta a maior delas, representando 34,97% do território nova-limense), além das duas áreas de drenagem: de Bela Fama e de Honório Bicalho.[63] Ribeirão dos Cristais foi canalizado no trecho que corta o centro da cidade em 1992 e sua área foi destinada a criação da Avenida José Bernardo de Barros. Devido a essa canalização, há ocorrências de inundações na via de tempos em tempos. Outras áreas que sofrem com inundações são os bairros de Santa Rita e Honório Bicalho, devido à proximidade das casas em relação ao leito do Rio das Velhas.[63] O município conta com uma série de rios, riachos e córregos nos vales, entre as serras da cidade. De acordo com mapeamento elaborado pela Prefeitura Municipal de Nova Lima, a cidade possui mais de 800 nascentes espalhadas pelo seu território.[64] A subdivisão de bacia de Rio do Peixe possui três grandes reservatórios que servem para aproveitamento hidrelétrico a jusante: a Lagoa dos Ingleses, a Lagoa das Codornas e a Lagoa do Miguelão. Além disso a reserva hídrica da cidade é responsável por 51% do abastecimento de água de Belo Horizonte e de outras cidades da Região Metropolitana, fornecendo água a mais de 2 milhões de pessoas. [65] Clima Tempestade se aproximando do Vale do Sereno O município possui o clima tropical com inverno seco (Aw de acordo com a classificação climática de Köppen-Geiger).[66] A temperatura da cidade varia de 13 °C a 29 °C ao longo do ano. Durante o inverno, algumas poucas vezes a cidade possui temperaturas abaixo dos 10 °C (junho e julho). De mesmo modo, no verão, em raras vezes a temperatura ultrapassa os 32 °C (janeiro e fevereiro).[67] Entre os moradores da Região Metropolitana, Nova Lima é conhecida por ser uma cidade com baixas temperaturas em comparação com os outros municípios da região. Fatores que explicam essa diferença em relação aos outros municípios são a topografia, a densa vegetação e a altitude de alguns bairros da cidade. Grande parte dos moradores do município trabalham em Belo Horizonte e ocasionalmente sentem uma diferença de até 6 °C no trajeto de aproximadamente 30 a 40 minutos entre as suas casas e a capital.[68] O tempo seco dura quase 7 meses, desde o fim de março ao início de outubro, incluindo todo o inverno. Após outubro, frequentemente são observadas chuvas rápidas no mês de outubro e então no mês de novembro se estabelece a estação de maior precipitação, até o mês de fevereiro. O índice pluviométrico anual médio de Nova Lima é 1390 mm.[69] A porcentagem de céu encoberto também acompanha as estações de seca e precipitação.[67] Durante o inverno é muito comum acompanhar neblinas entre as serras da cidade, ocasionando baixa visibilidade nas estradas e baixa nas temperaturas. Ao contrário de Belo Horizonte, que é protegida pela Serra do Curral contra ventos mais fortes,[70] Nova Lima possui variações sazonais de pequeno porte, com ventos constantes ao fim do dia de média anual de 15 km/h. Em cerca de 50% do tempo, a direção média horária dos ventos na cidade é do Leste.[67]
Alameda Flamboyant, 300 - Vale do SerenoEste belo apartamento de 577,68 m² possui 4 quartos e oferece uma ampla sala de estar integrada à varanda, além de 4 suítes com closet e varanda, sendo uma suíte master com closet independentes para o casal. O imóvel também conta com uma varanda gourmet, jardineira para horta, banheiro com hidromassagem, e 7 vagas de garagem, sendo 1 no andar do morador.Localizado no 16º andar, o apartamento proporciona uma vista privilegiada e faz parte de um prédio que oferece ferramentas de redução do consumo de energia, retenção e reutilização de águas pluviais, depósito para coleta seletiva, aquecimento solar, iluminação e ventilação naturais, tomadas para abastecimento de carros elétricos na garagem, elevador de veículos, e muito mais. O imóvel está próximo ao Hospital Biocor e de diversas opções de lazer e serviços, como a Pousada Vilarejo, Mar Mineiro Restaurante Macacos, Pousada Vilarejo Plus e Pousada Vale do Comandante. Além disso, o bairro Vale do Sereno, em Nova Lima, está próximo aos bairros Vila Castela, Vila da Serra e Belvedere. A região de Nova Lima, em Minas Gerais, possui uma rica história que remonta ao século XVIII, com a extração de ouro e a presença de importantes mineradoras. Com um relevo caracterizado por serras e vales, a cidade conta com uma vegetação diversificada, preservada em mais de 60% do território. O clima em Nova Lima é tropical com inverno seco, destacando-se por temperaturas amenas ao longo do ano e pela ocorrência de neblinas nas serras durante o inverno. Com um índice pluviométrico médio de 1390 mm anuais, a região conta com uma estação chuvosa entre novembro e fevereiro. Não perca a oportunidade de conhecer este incrível apartamento em um dos melhores bairros de Nova Lima, com todo o conforto e qualidade de vida que você merece. Entre em contato conosco para saber mais detalhes e agendar uma visita!Nova Lima - MGEste belo apartamento de 577,68 m² possui 4 quartos e oferece uma ampla sala de estar integrada à varanda, além de 4 suítes com closet e varanda, sendo uma suíte master com closet independentes para o casal. O imóvel também conta com uma varanda gourmet, jardineira para horta, banheiro com hidromassagem, e 7 vagas de garagem, sendo 1 no andar do morador.Localizado no 16º andar, o apartamento proporciona uma vista privilegiada e faz parte de um prédio que oferece ferramentas de redução do consumo de energia, retenção e reutilização de águas pluviais, depósito para coleta seletiva, aquecimento solar, iluminação e ventilação naturais, tomadas para abastecimento de carros elétricos na garagem, elevador de veículos, e muito mais. O imóvel está próximo ao Hospital Biocor e de diversas opções de lazer e serviços, como a Pousada Vilarejo, Mar Mineiro Restaurante Macacos, Pousada Vilarejo Plus e Pousada Vale do Comandante. Além disso, o bairro Vale do Sereno, em Nova Lima, está próximo aos bairros Vila Castela, Vila da Serra e Belvedere. A região de Nova Lima, em Minas Gerais, possui uma rica história que remonta ao século XVIII, com a extração de ouro e a presença de importantes mineradoras. Com um relevo caracterizado por serras e vales, a cidade conta com uma vegetação diversificada, preservada em mais de 60% do território. O clima em Nova Lima é tropical com inverno seco, destacando-se por temperaturas amenas ao longo do ano e pela ocorrência de neblinas nas serras durante o inverno. Com um índice pluviométrico médio de 1390 mm anuais, a região conta com uma estação chuvosa entre novembro e fevereiro. Não perca a oportunidade de conhecer este incrível apartamento em um dos melhores bairros de Nova Lima, com todo o conforto e qualidade de vida que você merece. Entre em contato conosco para saber mais detalhes e agendar uma visita!