Rua Luiza Efigênia Silva, 350 - CamargosCasa ampla individual de 2 pavimentos no bairro Camargos! Composta por: 1° andar Sala, quarto, cozinha com armários planejados, banho social, quarto externo, área de serviço coberta externa, quintal com árvores frutíferas. 2° pavimento: 2 salas, varanda coberta com telhado colonial, banho social, 3 quartos, sendo uma suíte, armário planejado em todos os quartos. 4 vagas de garagem, sendo 2 cobertas. Casa em processo de regularização do habite-se. Posto de saúde em frente a casa, ônibus próximo, supermercado, padaria. Agende a sua visita! O bairro Camargos fica em Belo Horizonte, na divisa com Contagem e pertence a regional Noroeste. É um bairro bem localizado, com ótima infra-estrutura, pouco índice de violência e com excelentes estabelecimentos comerciais. Belo Horizonte é uma cidade jovem, com uma população de mais de 2,5 milhões de pessoas e raízes plantadas nas cidades do interior de Minas Gerais, de onde vieram os primeiros habitantes da nova capital. Essa formação faz de BH, como é carinhosamente conhecida, a cidade síntese da cultura mineira e vitrine maior de nossas tradições. Mas Belo Horizonte vai além: a efervescência cultural que a cidade vive hoje está intimamente ligada à criatividade e à história da nossa gastronomia. Somos uma cidade criativa, um centro onde as artes, a gastronomia, o design, a moda, a arquitetura, a literatura, o conhecimento científico e a tecnologia se encontram e se renovam. Belo Horizonte é: A 3ª cidade do Brasil com o maior número de profissionais trabalhando em atividades criativas. Cidade indicada pelo Population Crisis Commitee, da ONU, como a metrópole com a melhor qualidade de vida na América Latina. A capital brasileira com os melhores índices de consumo cultural e frequência em atividades culturais (Instituto Datafolha). A capital do estado brasileiro com o maior número de Patrimônios Mundiais reconhecidos pela UNESCO. Cercada pela Serra do Curral, que lhe serve de moldura natural e referência histórica, Belo Horizonte ocupa território de 331 km² em localização privilegiada. Sua área de influência conta com os 34 municípios da Região Metropolitana, o que amplia a população para 4,9 milhões de habitantes, e se expande para cerca de 80 cidades num raio de 100 quilômetros, movimentando um mercado de 6,4 milhões de consumidores a mais. A cidade se beneficia da ampla malha rodoviária do estado, a maior do Brasil, e da proximidade geográfica com os principais mercados emissores do turismo brasileiro. O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, considerado recentemente o melhor do país e um dos principais polos da malha aérea brasileira, possui voos diretos para Miami, Orlando, Lisboa, Panamá e Buenos Aires e está conectado aos nossos maiores aeroportos. Belo Horizonte dispõe de ampla gama de atrativos turísticos e culturais de qualidade: é a cidade que mais ampliou a oferta de produtos turísticos nos últimos anos (Ministério do Turismo - 2015), sendo reconhecida pelas boas práticas estabelecidas. A cidade vem qualificando a oferta de serviços e atraindo novos negócios, alcançando o 5º maior PIB entre os municípios brasileiros, com o setor terciário respondendo por 86% do total das nossas riquezas. A criatividade está no DNA belo-horizontino e manifesta-se na cidade de diversas formas. Embora mineiro tenha a fama de ser quietinho, além da gastronomia, algumas dessas manifestações são reconhecidas mundialmente. Geografia De acordo com a divisão regional vigente desde 2017, instituída pelo IBGE, o município pertence às regiões geográficas intermediária e imediata de Belo Horizonte. Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, fazia parte da microrregião de Belo Horizonte, que por sua vez estava incluída na Mesorregião Metropolitana de Belo Horizonte. Belo Horizonte apresenta um relevo bem acidentado. Seu ponto culminante se localiza na Serra do Curral, dentro do Parque Estadual da Serra do Rola-Moça, com altitude máxima de 1 506 metros. Por outro lado, a altitude mais baixa é de 673 metros e está situada na foz do Ribeirão do Onça, que deságua no Rio das Velhas. A área oficial de Belo Horizonte, de acordo com a resolução mais recente do IBGE, é de 331,354 quilômetros quadrados (km²), porém a Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte (PRODABEL), que pertence à prefeitura, fornece um valor um pouco maior, de 332,27 km². Áreas verdes e problemas ambientais O Parque Municipal Américo Renné Giannetti é o mais antigo jardim público da cidade, inspirado nos parques franceses construídos durante a Belle Époque. Foi inaugurado em 1897, no terreno da antiga Chácara do Sapo, que pertencia a Aarão Reis, engenheiro responsável pelo planejamento de Belo Horizonte. São 50 espécies de árvores, emolduradas pelos arranha-céus do centro. Abriga ainda o orquidário municipal. No pé da Serra do Curral está localizada a maior área verde remanescente de Belo Horizonte, o Parque das Mangabeiras, um dos maiores parques urbanos da América Latina, possuindo 2,3 milhões de metros quadrados (m²). O Parque Ecológico Promotor Francisco Lins do Rego, ou Parque Ecológico da Pampulha, está localizado na Ilha da Ressaca, na Lagoa da Pampulha. Ocupa uma área de 300 000 m² quadrados, sendo outra importante área verde da capital. O Parque do Museu de História Natural da Universidade Federal de Minas Gerais foi criado em 1968 e ocupa uma área de 600 000 m², abrigando vários exemplares da flora (pau-brasil, sapucaia, barriguda) e fauna (mico-estrela, macaco-prego, saracura, jacu) originais da Mata Atlântica regional, que podem ser observados nas trilhas. Muitos destes parques são de responsabilidade do governo municipal. A Prefeitura de Belo Horizonte criou em 1983 a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, com atribuições relativas à gestão da política ambiental do município, onde estão incluídas as funções de licenciamento, fiscalização, desenvolvimento e educação ambiental, além da administração dos parques, praças e jardins. Em 1985 foi instituído o Conselho Municipal de Meio Ambiente (COMAM), órgão colegiado, com função normativa e deliberativa, composto por representantes de diversos setores da sociedade. Belo Horizonte é uma das capitais mais arborizadas do país, sendo este um dos motivos de ter recebido o título de "Cidade Jardim". São aproximadamente 560 mil árvores na área urbana, número que sobe para dois milhões, quando considerados os parques e áreas de preservação. Ao todo são 27 parques, acrescentando-se cerca de 500 praças e diversas áreas verdes. A capital mineira possui o dobro do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de áreas verdes. Apesar disso, o município preserva pouco de sua vegetação original e, como ocorre em toda a região metropolitana, grande parte dos ambientes naturais foram extensamente modificados pelo homem. O desmatamento decorrente da expansão urbana muito colaborou com a destruição da Mata Atlântica de Belo Horizonte, bioma onde a cidade está localizada. Com o desenvolvimento industrial, também houve uma grande piora na qualidade do ar nos últimos anos. A Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) é a que mais emite ozônio no Brasil, segundo pesquisa divulgada pelo IBGE. Enquanto o padrão do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) é de emissão de 160 mg/m³ por ano, a RMBH emite anualmente cerca de 300 mg/m³, ganhando até mesmo de São Paulo, com 279 mg/m³.Belo Horizonte - MGCasa ampla individual de 2 pavimentos no bairro Camargos! Composta por: 1° andar Sala, quarto, cozinha com armários planejados, banho social, quarto externo, área de serviço coberta externa, quintal com árvores frutíferas. 2° pavimento: 2 salas, varanda coberta com telhado colonial, banho social, 3 quartos, sendo uma suíte, armário planejado em todos os quartos. 4 vagas de garagem, sendo 2 cobertas. Casa em processo de regularização do habite-se. Posto de saúde em frente a casa, ônibus próximo, supermercado, padaria. Agende a sua visita! O bairro Camargos fica em Belo Horizonte, na divisa com Contagem e pertence a regional Noroeste. É um bairro bem localizado, com ótima infra-estrutura, pouco índice de violência e com excelentes estabelecimentos comerciais. Belo Horizonte é uma cidade jovem, com uma população de mais de 2,5 milhões de pessoas e raízes plantadas nas cidades do interior de Minas Gerais, de onde vieram os primeiros habitantes da nova capital. Essa formação faz de BH, como é carinhosamente conhecida, a cidade síntese da cultura mineira e vitrine maior de nossas tradições. Mas Belo Horizonte vai além: a efervescência cultural que a cidade vive hoje está intimamente ligada à criatividade e à história da nossa gastronomia. Somos uma cidade criativa, um centro onde as artes, a gastronomia, o design, a moda, a arquitetura, a literatura, o conhecimento científico e a tecnologia se encontram e se renovam. Belo Horizonte é: A 3ª cidade do Brasil com o maior número de profissionais trabalhando em atividades criativas. Cidade indicada pelo Population Crisis Commitee, da ONU, como a metrópole com a melhor qualidade de vida na América Latina. A capital brasileira com os melhores índices de consumo cultural e frequência em atividades culturais (Instituto Datafolha). A capital do estado brasileiro com o maior número de Patrimônios Mundiais reconhecidos pela UNESCO. Cercada pela Serra do Curral, que lhe serve de moldura natural e referência histórica, Belo Horizonte ocupa território de 331 km² em localização privilegiada. Sua área de influência conta com os 34 municípios da Região Metropolitana, o que amplia a população para 4,9 milhões de habitantes, e se expande para cerca de 80 cidades num raio de 100 quilômetros, movimentando um mercado de 6,4 milhões de consumidores a mais. A cidade se beneficia da ampla malha rodoviária do estado, a maior do Brasil, e da proximidade geográfica com os principais mercados emissores do turismo brasileiro. O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, considerado recentemente o melhor do país e um dos principais polos da malha aérea brasileira, possui voos diretos para Miami, Orlando, Lisboa, Panamá e Buenos Aires e está conectado aos nossos maiores aeroportos. Belo Horizonte dispõe de ampla gama de atrativos turísticos e culturais de qualidade: é a cidade que mais ampliou a oferta de produtos turísticos nos últimos anos (Ministério do Turismo - 2015), sendo reconhecida pelas boas práticas estabelecidas. A cidade vem qualificando a oferta de serviços e atraindo novos negócios, alcançando o 5º maior PIB entre os municípios brasileiros, com o setor terciário respondendo por 86% do total das nossas riquezas. A criatividade está no DNA belo-horizontino e manifesta-se na cidade de diversas formas. Embora mineiro tenha a fama de ser quietinho, além da gastronomia, algumas dessas manifestações são reconhecidas mundialmente. Geografia De acordo com a divisão regional vigente desde 2017, instituída pelo IBGE, o município pertence às regiões geográficas intermediária e imediata de Belo Horizonte. Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, fazia parte da microrregião de Belo Horizonte, que por sua vez estava incluída na Mesorregião Metropolitana de Belo Horizonte. Belo Horizonte apresenta um relevo bem acidentado. Seu ponto culminante se localiza na Serra do Curral, dentro do Parque Estadual da Serra do Rola-Moça, com altitude máxima de 1 506 metros. Por outro lado, a altitude mais baixa é de 673 metros e está situada na foz do Ribeirão do Onça, que deságua no Rio das Velhas. A área oficial de Belo Horizonte, de acordo com a resolução mais recente do IBGE, é de 331,354 quilômetros quadrados (km²), porém a Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte (PRODABEL), que pertence à prefeitura, fornece um valor um pouco maior, de 332,27 km². Áreas verdes e problemas ambientais O Parque Municipal Américo Renné Giannetti é o mais antigo jardim público da cidade, inspirado nos parques franceses construídos durante a Belle Époque. Foi inaugurado em 1897, no terreno da antiga Chácara do Sapo, que pertencia a Aarão Reis, engenheiro responsável pelo planejamento de Belo Horizonte. São 50 espécies de árvores, emolduradas pelos arranha-céus do centro. Abriga ainda o orquidário municipal. No pé da Serra do Curral está localizada a maior área verde remanescente de Belo Horizonte, o Parque das Mangabeiras, um dos maiores parques urbanos da América Latina, possuindo 2,3 milhões de metros quadrados (m²). O Parque Ecológico Promotor Francisco Lins do Rego, ou Parque Ecológico da Pampulha, está localizado na Ilha da Ressaca, na Lagoa da Pampulha. Ocupa uma área de 300 000 m² quadrados, sendo outra importante área verde da capital. O Parque do Museu de História Natural da Universidade Federal de Minas Gerais foi criado em 1968 e ocupa uma área de 600 000 m², abrigando vários exemplares da flora (pau-brasil, sapucaia, barriguda) e fauna (mico-estrela, macaco-prego, saracura, jacu) originais da Mata Atlântica regional, que podem ser observados nas trilhas. Muitos destes parques são de responsabilidade do governo municipal. A Prefeitura de Belo Horizonte criou em 1983 a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, com atribuições relativas à gestão da política ambiental do município, onde estão incluídas as funções de licenciamento, fiscalização, desenvolvimento e educação ambiental, além da administração dos parques, praças e jardins. Em 1985 foi instituído o Conselho Municipal de Meio Ambiente (COMAM), órgão colegiado, com função normativa e deliberativa, composto por representantes de diversos setores da sociedade. Belo Horizonte é uma das capitais mais arborizadas do país, sendo este um dos motivos de ter recebido o título de "Cidade Jardim". São aproximadamente 560 mil árvores na área urbana, número que sobe para dois milhões, quando considerados os parques e áreas de preservação. Ao todo são 27 parques, acrescentando-se cerca de 500 praças e diversas áreas verdes. A capital mineira possui o dobro do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de áreas verdes. Apesar disso, o município preserva pouco de sua vegetação original e, como ocorre em toda a região metropolitana, grande parte dos ambientes naturais foram extensamente modificados pelo homem. O desmatamento decorrente da expansão urbana muito colaborou com a destruição da Mata Atlântica de Belo Horizonte, bioma onde a cidade está localizada. Com o desenvolvimento industrial, também houve uma grande piora na qualidade do ar nos últimos anos. A Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) é a que mais emite ozônio no Brasil, segundo pesquisa divulgada pelo IBGE. Enquanto o padrão do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) é de emissão de 160 mg/m³ por ano, a RMBH emite anualmente cerca de 300 mg/m³, ganhando até mesmo de São Paulo, com 279 mg/m³.
Rua Gentil Portugal do Brasil, 527 - CamargosGalpão próximo a Avenida Babita Camargos! Prédio composto por: 1° pavimento: Escritório em "L" , sala, vaga de garagem que comporta até 6 carros pequenos. Entrada para carros grandes; caminhões para o galpão ao fundo. 2° pavimento: 4 salas, 2 lavabos. Fundos: Galpão com vão livre, cobertura em zinco, 2 almoxarifados, refeitório, vestiário. A região conta com a Leroy Merlin localizada no Itaú Power Shopping que fica a poucos quilômetros do bairro. a Arena do Galo está localizada a 1,5 km do bairro. A região ainda conta com a Estação de Metrô Vila Oeste que fica próxima ao imóvel. O bairro conta com Supermercado BH. O bairro Camargos fica em Belo Horizonte, na divisa com Contagem e pertence a regional Noroeste. É um bairro bem localizado, com ótima infra-estrutura, pouco índice de violência e com excelentes estabelecimentos comerciais.Belo Horizonte - MGGalpão próximo a Avenida Babita Camargos! Prédio composto por: 1° pavimento: Escritório em "L" , sala, vaga de garagem que comporta até 6 carros pequenos. Entrada para carros grandes; caminhões para o galpão ao fundo. 2° pavimento: 4 salas, 2 lavabos. Fundos: Galpão com vão livre, cobertura em zinco, 2 almoxarifados, refeitório, vestiário. A região conta com a Leroy Merlin localizada no Itaú Power Shopping que fica a poucos quilômetros do bairro. a Arena do Galo está localizada a 1,5 km do bairro. A região ainda conta com a Estação de Metrô Vila Oeste que fica próxima ao imóvel. O bairro conta com Supermercado BH. O bairro Camargos fica em Belo Horizonte, na divisa com Contagem e pertence a regional Noroeste. É um bairro bem localizado, com ótima infra-estrutura, pouco índice de violência e com excelentes estabelecimentos comerciais.
Rua Menotti Muccelli, 580 - CamargosGalpão/Depósito/Armazém para venda tem 10.074 metros quadrados Galpão com 9420 m2 de área construída, localizado no anel rodoviário de BH. Informações básicas - Altura: 8 metros; Piso: Industrial, capacidade 5 tons por m2. Armazenamento: 3.600 m2; Escritórios 4.650 m2. Subsolo 1.200 m2; Amplo Pátio com 4.000 m2; 01 Doca; Estacionamento frontal; Guarita. Galpão: 3.600 m² com pé direito de 10m; Prédio administrativo: três pavimentos de 1.525 m² cada; Subsolo: 1.200 m²; Casa de máquinas: 45 m². Guarita, refeitório e cozinha; Piso industrial com capacidade de 5t/m² no galpão; Subestação de 300KVa ativa e pronta para uso; Localizado na Marginal do Anel Rodoviário; Valores podem ser alterados sem aviso prévio. CAMARGOS • ORIGEM DO NOME: Referência a Salomão Camargos, proprietário da área onde foram feitos os primeiros loteamentos. • OUTROS NOMES: Vila Magnesita, bairro Batista, bairro Governador Benedito Valadares, bairro Atalaia • ORIGEM DO BAIRRO: Primeiros loteamentos aprovados na década de 1920. Apenas em 1989, o bairro recebeu a denominação oficial de Camargos. • Referências urbanas do passado: Fazenda do Batista. A região conta com a Leroy Merlin localizada no Itaú Power Shopping que fica a poucos quilômetros do bairro. a Arena do Galo está localizada a 1,5 km do bairro. A região ainda conta com a Estação de Metrô Vila Oeste que fica próxima ao imóvel. A fabrica da Vilma Alimentos está localizada a aproximadamente 800 metros do imóvel. O bairro conta com Supermercado BH. O acesso ao imóvel pode ser feito pela BR 040 sentido Ceasa (Brasília) ou sentido São Paulo pela BR 381. A Cidade Industrial Junventino Dias, também conhecida como Cidade Industrial de Contagem, ou, simplesmente, Cidade Industrial é um distrito industrial localizado no bairro Cidade Industrial, do município de Contagem, em Minas Gerais. A Cidade Industrial foi o primeiro parque industrial planejado pelo Governo do Estado de Minas Gerais. Instituída pelos Decretos-Lei 770, de 20 de março de 1941, e 778, de 19 de junho de 1941, a Cidade Industrial foi o primeiro distrito industrial (DI) planejado do país. História Minas Gerais antes da Cidade Industrial Após a Grande Depressão de 1929, a economia cafeeira no Brasil foi atingida devido à superprodução. Os principais estados produtores do produto eram São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Políticos da época procuravam formas de conter a redução do preço do café. Faltava das autoridades políticas, no entanto, iniciativas para a industrialização no Brasil, que começou sem apoio decidido do Estado, sem uma clara política voltada para ela. Essa situação só ser reverteu após políticas desenvolvimentistas de Getúlio Vargas, que culminaram na intensificação das atividades industriais no país. Em Minas Gerais, os representantes dos setores produtivos e da tecnocracia estadual passaram a defender a tese de que o estado, rico em recursos naturais, precisava se industrializar para superar o atraso econômico. Como resultado dessa nova orientação política, em 1941, o governador Israel Pinheiro inaugurou o sistema de distritos industriais que seria gradualmente construído em Minas Gerais ao longo das décadas seguintes. A expansão das atividades industriais nesse período foi responsável pelo processo de urbanização, que se acelerou e pela implantação de infraestrutura de energia, transportes e comunicações para dar sustentação ao crescimento econômico. Escolha do Local Em 1941, as principais indústrias de Belo Horizonte concentravam-se principalmente na Zona Industrial do Barro Preto, localizada dentro da área urbana da capital mineira. Havia necessidade de transferir as fábricas para outro local distante das zonas residenciais e de comércio e serviços e onde houvesse possibilidade de instalação de fábricas maiores. O local escolhido pelo governo mineiro para a instalação do primeiro distrito industrial planejado do Brasil foi a localidade de Ferrugem, desmembrada da Capital e anexada ao distrito de Contagem, que pertencia a Betim. Essa localidade era próxima à capital, onde havia disponibilidade de mão-de-obra e facilidade de acesso a matéria-prima. A região também apresentava um relevo suave e tinha boas condições de acesso às estradas que ligam Minas Gerais ao Rio de Janeiro (445 km) e a São Paulo (600 km). Além disso, tratava-se, à época, de uma área pouco habitada, com vastas extensões de terrenos que poderiam ser adquiridos dos fazendeiros endividados. Finalmente, a escolha pouparia Belo Horizonte, considerada a "Cidade Jardim" do Estado. Criação do Distrito Industrial Em 20 de março de 1941, o governador de Minas Gerais, Benedito Valadares, com apoio do prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek, assinou o Decreto 770, que instituiu o primeiro distrito industrial de Minas Gerais, que passou a denominar-se Cidade Industrial Juventino Dias. Para a criação da Cidade Industrial, o governo estadual desapropriou 770 hectares de área e promoveu o loteamento e o arruamento. Inicialmente, o novo distrito industrial recém instituído carecia obras de infraestrutura. As linhas da E. F. Oeste de Minas e da Central do Brasil foram desviadas para facilitar o acesso ao local. Criação da CEMIG, BDMG, CDI e INDI O maior impedimento para a implantação de novos empreendimentos industriais na região era a ausência de energia elétrica. O sistema elétrico mineiro era precário e dependia, basicamente, da iniciativa privada.[1] Para dar suporte à implantação de um parque industrial em Minas Gerais, era imprescindível a criação de uma empresa de energia elétrica, o que se tornou um dos grandes objetivos do Governo Milton Campos (1945 a 1950) que realizou todos os estudos e projetos necessários à criação da Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig. A Cemig foi criada 22 de maio de 1952 e sua missão era dotar o Estado da energia necessária para se desenvolver. A primeira usina adquirida pela CEMIG foi a Usina Gafanhoto, localizada no rio Pará, no município de Divinópolis. Construída em 1946, com capacidade instalada de 14 MW, foi adquirida pela CEMIG em 1953. A existência dessa usina possibilitou a implantação da Cidade Industrial de Contagem. Para fomentar o desenvolvimento de novos empreendimentos industriais, o governo estadual criou o Banco de Desenvolvimento do Estado de Minas Gerais (BDMG). O banco foi instituído em 1962 e era órgão planejador do desenvolvimento, oferecia linhas de crédito e repassava recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Para promover investimentos privados na Cidade Industrial, bem como em outros distritos industriais criados posteriormente no estado, o governador Israel Pinheiro criou o Instituto de Desenvolvimento Industrial de Minas Gerais – INDI. O Instituto foi criado em 30 de maio de 1968, por meio de contrato social entre a CEMIG e o BDMG e tinha objetivo inicial de elaborar o Plano de Ações para Aceleração do Desenvolvimento Industrial de Minas Gerais, visando identificar oportunidades industriais e despertar o interesse de investidores nacionais e estrangeiros. Em 1971, pela Lei 5721, foi instituída a Companhia de Distritos Industriais (CDI). Essa lei autorizou o governo do estado a constituir e organizar sociedade sob controle acionário do estado destinada a projetar, implantar e administrar áreas industriais. Mais tarde, em 2003, a CDI seria incorporada à CODEMIG. Primeiras fábricas As primeiras fábricas instaladas em Contagem foram: • Magnesita Refratários S.A., a primeira empresa a ocupar uma área no distrito em 1946. • Estamparia S.A., que iniciou a operação em 1946. • Mannesmann, cujas obras de instalação se iniciaram em maio de 1952. • Pastifício Vilma, instalada em 1954. • Cia de Cimento Portland Itaú, que produziu o primeiro saco de cimento em 1954. • Aymoré Produtos Alimentícios, instalada em 1958. Esgotamento do Distrito Industrial Em 1966, não havia disponibilidade de lotes para novos empreendimentos industriais na Cidade Industrial, pois esta já estava com sua capacidade praticamente esgotada. Em 1970, novamente por iniciativa do poder público, foi iniciada uma nova expansão industrial em Minas Gerais. Mais uma vez o local escolhido foi em Contagem. Por força da Lei Municipal nº 911 de 1970 foi implantado o Centro Industrial de Contagem, mais conhecido pela sigla CINCO. Planejamento Urbano Principais Vias De acordo com mapa oficial disponibilizado pela Prefeitura de Contagem, as principais vias da Cidade Industrial são estas listadas abaixo. • Anel Rodoviário de Belo Horizonte. • Avenida Amazonas. • Avenida Babita Camargos. • Avenida Cardeal Eugênio Pacelli. • Avenida General David Sarnoff. • Avenida João César de Oliveira. • Rodovia Fernão Dias. Além dessas vias, compõem a infraestrutura local a Linha 1 do Metrô de Belo Horizonte, com a Estação Cidade Industrial e as ferrovias mistas da MRS e da FCA. Programa de Revitalização e Modernização Atualmente, a Cidade Industrial passa por processo de desindustrialização, pois na região coexistem atividades industriais, comerciais, de serviços e há, inclusive, áreas residenciais. Em maio de 2015, a CODEMIG lançou um programa para revitalizar e modernizar treze distritos industriais do estado, inclusive a Cidade Industrial. O programa visa a organizar a infraestrutura de ponta, aumentar a atratividade do distrito em relação ao mercado e promover a visão sistêmica do desenvolvimento e da competitividade industrial, bem como estruturar um ambiente de cooperação. Principais Indústrias Instaladas na Cidade Industrial • Arcelormittal. • Case New Holland. • Cooperativa Central dos Produtores Rurais de Minas Gerais Ltda . • Companhia Energética de Minas Gerais – CEMIG. • ESAB. • General Electric do Brasil Ltda. • Mannesmann. • Magnesita Refratários S.A.. • Pastifício Vilma • Alcicla. Outras empresas instaladas na Cidade Industrial • Itaú Power Shopping. • Leroy Merlin. • Sam's Club. • Transmoreira. • Viação Cometa.Belo Horizonte - MGGalpão/Depósito/Armazém para venda tem 10.074 metros quadrados Galpão com 9420 m2 de área construída, localizado no anel rodoviário de BH. Informações básicas - Altura: 8 metros; Piso: Industrial, capacidade 5 tons por m2. Armazenamento: 3.600 m2; Escritórios 4.650 m2. Subsolo 1.200 m2; Amplo Pátio com 4.000 m2; 01 Doca; Estacionamento frontal; Guarita. Galpão: 3.600 m² com pé direito de 10m; Prédio administrativo: três pavimentos de 1.525 m² cada; Subsolo: 1.200 m²; Casa de máquinas: 45 m². Guarita, refeitório e cozinha; Piso industrial com capacidade de 5t/m² no galpão; Subestação de 300KVa ativa e pronta para uso; Localizado na Marginal do Anel Rodoviário; Valores podem ser alterados sem aviso prévio. CAMARGOS • ORIGEM DO NOME: Referência a Salomão Camargos, proprietário da área onde foram feitos os primeiros loteamentos. • OUTROS NOMES: Vila Magnesita, bairro Batista, bairro Governador Benedito Valadares, bairro Atalaia • ORIGEM DO BAIRRO: Primeiros loteamentos aprovados na década de 1920. Apenas em 1989, o bairro recebeu a denominação oficial de Camargos. • Referências urbanas do passado: Fazenda do Batista. A região conta com a Leroy Merlin localizada no Itaú Power Shopping que fica a poucos quilômetros do bairro. a Arena do Galo está localizada a 1,5 km do bairro. A região ainda conta com a Estação de Metrô Vila Oeste que fica próxima ao imóvel. A fabrica da Vilma Alimentos está localizada a aproximadamente 800 metros do imóvel. O bairro conta com Supermercado BH. O acesso ao imóvel pode ser feito pela BR 040 sentido Ceasa (Brasília) ou sentido São Paulo pela BR 381. A Cidade Industrial Junventino Dias, também conhecida como Cidade Industrial de Contagem, ou, simplesmente, Cidade Industrial é um distrito industrial localizado no bairro Cidade Industrial, do município de Contagem, em Minas Gerais. A Cidade Industrial foi o primeiro parque industrial planejado pelo Governo do Estado de Minas Gerais. Instituída pelos Decretos-Lei 770, de 20 de março de 1941, e 778, de 19 de junho de 1941, a Cidade Industrial foi o primeiro distrito industrial (DI) planejado do país. História Minas Gerais antes da Cidade Industrial Após a Grande Depressão de 1929, a economia cafeeira no Brasil foi atingida devido à superprodução. Os principais estados produtores do produto eram São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Políticos da época procuravam formas de conter a redução do preço do café. Faltava das autoridades políticas, no entanto, iniciativas para a industrialização no Brasil, que começou sem apoio decidido do Estado, sem uma clara política voltada para ela. Essa situação só ser reverteu após políticas desenvolvimentistas de Getúlio Vargas, que culminaram na intensificação das atividades industriais no país. Em Minas Gerais, os representantes dos setores produtivos e da tecnocracia estadual passaram a defender a tese de que o estado, rico em recursos naturais, precisava se industrializar para superar o atraso econômico. Como resultado dessa nova orientação política, em 1941, o governador Israel Pinheiro inaugurou o sistema de distritos industriais que seria gradualmente construído em Minas Gerais ao longo das décadas seguintes. A expansão das atividades industriais nesse período foi responsável pelo processo de urbanização, que se acelerou e pela implantação de infraestrutura de energia, transportes e comunicações para dar sustentação ao crescimento econômico. Escolha do Local Em 1941, as principais indústrias de Belo Horizonte concentravam-se principalmente na Zona Industrial do Barro Preto, localizada dentro da área urbana da capital mineira. Havia necessidade de transferir as fábricas para outro local distante das zonas residenciais e de comércio e serviços e onde houvesse possibilidade de instalação de fábricas maiores. O local escolhido pelo governo mineiro para a instalação do primeiro distrito industrial planejado do Brasil foi a localidade de Ferrugem, desmembrada da Capital e anexada ao distrito de Contagem, que pertencia a Betim. Essa localidade era próxima à capital, onde havia disponibilidade de mão-de-obra e facilidade de acesso a matéria-prima. A região também apresentava um relevo suave e tinha boas condições de acesso às estradas que ligam Minas Gerais ao Rio de Janeiro (445 km) e a São Paulo (600 km). Além disso, tratava-se, à época, de uma área pouco habitada, com vastas extensões de terrenos que poderiam ser adquiridos dos fazendeiros endividados. Finalmente, a escolha pouparia Belo Horizonte, considerada a "Cidade Jardim" do Estado. Criação do Distrito Industrial Em 20 de março de 1941, o governador de Minas Gerais, Benedito Valadares, com apoio do prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek, assinou o Decreto 770, que instituiu o primeiro distrito industrial de Minas Gerais, que passou a denominar-se Cidade Industrial Juventino Dias. Para a criação da Cidade Industrial, o governo estadual desapropriou 770 hectares de área e promoveu o loteamento e o arruamento. Inicialmente, o novo distrito industrial recém instituído carecia obras de infraestrutura. As linhas da E. F. Oeste de Minas e da Central do Brasil foram desviadas para facilitar o acesso ao local. Criação da CEMIG, BDMG, CDI e INDI O maior impedimento para a implantação de novos empreendimentos industriais na região era a ausência de energia elétrica. O sistema elétrico mineiro era precário e dependia, basicamente, da iniciativa privada.[1] Para dar suporte à implantação de um parque industrial em Minas Gerais, era imprescindível a criação de uma empresa de energia elétrica, o que se tornou um dos grandes objetivos do Governo Milton Campos (1945 a 1950) que realizou todos os estudos e projetos necessários à criação da Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig. A Cemig foi criada 22 de maio de 1952 e sua missão era dotar o Estado da energia necessária para se desenvolver. A primeira usina adquirida pela CEMIG foi a Usina Gafanhoto, localizada no rio Pará, no município de Divinópolis. Construída em 1946, com capacidade instalada de 14 MW, foi adquirida pela CEMIG em 1953. A existência dessa usina possibilitou a implantação da Cidade Industrial de Contagem. Para fomentar o desenvolvimento de novos empreendimentos industriais, o governo estadual criou o Banco de Desenvolvimento do Estado de Minas Gerais (BDMG). O banco foi instituído em 1962 e era órgão planejador do desenvolvimento, oferecia linhas de crédito e repassava recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Para promover investimentos privados na Cidade Industrial, bem como em outros distritos industriais criados posteriormente no estado, o governador Israel Pinheiro criou o Instituto de Desenvolvimento Industrial de Minas Gerais – INDI. O Instituto foi criado em 30 de maio de 1968, por meio de contrato social entre a CEMIG e o BDMG e tinha objetivo inicial de elaborar o Plano de Ações para Aceleração do Desenvolvimento Industrial de Minas Gerais, visando identificar oportunidades industriais e despertar o interesse de investidores nacionais e estrangeiros. Em 1971, pela Lei 5721, foi instituída a Companhia de Distritos Industriais (CDI). Essa lei autorizou o governo do estado a constituir e organizar sociedade sob controle acionário do estado destinada a projetar, implantar e administrar áreas industriais. Mais tarde, em 2003, a CDI seria incorporada à CODEMIG. Primeiras fábricas As primeiras fábricas instaladas em Contagem foram: • Magnesita Refratários S.A., a primeira empresa a ocupar uma área no distrito em 1946. • Estamparia S.A., que iniciou a operação em 1946. • Mannesmann, cujas obras de instalação se iniciaram em maio de 1952. • Pastifício Vilma, instalada em 1954. • Cia de Cimento Portland Itaú, que produziu o primeiro saco de cimento em 1954. • Aymoré Produtos Alimentícios, instalada em 1958. Esgotamento do Distrito Industrial Em 1966, não havia disponibilidade de lotes para novos empreendimentos industriais na Cidade Industrial, pois esta já estava com sua capacidade praticamente esgotada. Em 1970, novamente por iniciativa do poder público, foi iniciada uma nova expansão industrial em Minas Gerais. Mais uma vez o local escolhido foi em Contagem. Por força da Lei Municipal nº 911 de 1970 foi implantado o Centro Industrial de Contagem, mais conhecido pela sigla CINCO. Planejamento Urbano Principais Vias De acordo com mapa oficial disponibilizado pela Prefeitura de Contagem, as principais vias da Cidade Industrial são estas listadas abaixo. • Anel Rodoviário de Belo Horizonte. • Avenida Amazonas. • Avenida Babita Camargos. • Avenida Cardeal Eugênio Pacelli. • Avenida General David Sarnoff. • Avenida João César de Oliveira. • Rodovia Fernão Dias. Além dessas vias, compõem a infraestrutura local a Linha 1 do Metrô de Belo Horizonte, com a Estação Cidade Industrial e as ferrovias mistas da MRS e da FCA. Programa de Revitalização e Modernização Atualmente, a Cidade Industrial passa por processo de desindustrialização, pois na região coexistem atividades industriais, comerciais, de serviços e há, inclusive, áreas residenciais. Em maio de 2015, a CODEMIG lançou um programa para revitalizar e modernizar treze distritos industriais do estado, inclusive a Cidade Industrial. O programa visa a organizar a infraestrutura de ponta, aumentar a atratividade do distrito em relação ao mercado e promover a visão sistêmica do desenvolvimento e da competitividade industrial, bem como estruturar um ambiente de cooperação. Principais Indústrias Instaladas na Cidade Industrial • Arcelormittal. • Case New Holland. • Cooperativa Central dos Produtores Rurais de Minas Gerais Ltda . • Companhia Energética de Minas Gerais – CEMIG. • ESAB. • General Electric do Brasil Ltda. • Mannesmann. • Magnesita Refratários S.A.. • Pastifício Vilma • Alcicla. Outras empresas instaladas na Cidade Industrial • Itaú Power Shopping. • Leroy Merlin. • Sam's Club. • Transmoreira. • Viação Cometa.