Rua Frei Paulo, 387 - BonsucessoEste moderno apartamento em Vespasiano, no bairro de Bonsucesso, é um verdadeiro oásis de tranquilidade. Localizado no Residencial Viena, este imóvel de 55 m² úteis oferece todo o conforto e conveniência que você precisa. Com 2 quartos, 1 sala ampla e com painel, cozinha e banheiro com cerâmica até o teto e box de vidro temperado, este apartamento é perfeito para quem busca uma moradia funcional e bem-localizada. O Residencial Viena conta com uma completa infraestrutura de lazer, incluindo playground, brinquedoteca, pista de cooper, circuito interno de TV, espaço de leitura, pet place, salão de festas, entrada lateral, portão eletrônico, portaria 24h e guarita com segurança. Área total de 3.355 m2. Tudo isso a apenas alguns minutos do comércio local e de diversas linhas de ônibus. Perto da Escola Estadual Antero Pessoa, Mi Gusta Açaí, Igreja Evangélica Vida Nova. Este apartamento, avaliado em R$ 185.500, é a oportunidade perfeita para quem deseja investir em um imóvel moderno, bem-localizado e com ampla área de lazer. Aproveite esta chance única e agende uma visita para conhecer de perto este fantástico imóvel. Com a documentação tem o habite-se, e dá financiamento bancário. Não perca tempo, entre em contato conosco agora mesmo e conheça de perto este apartamento que irá superar todas as suas expectativas. Uma moradia com estilo, conforto e conveniência, tudo isso em um único lugar.
Residencial Viena · Vespasiano, MGEste moderno apartamento em Vespasiano, no bairro de Bonsucesso, é um verdadeiro oásis de tranquilidade. Localizado no Residencial Viena, este imóvel de 55 m² úteis oferece todo o conforto e conveniência que você precisa. Com 2 quartos, 1 sala ampla e com painel, cozinha e banheiro com cerâmica até o teto e box de vidro temperado, este apartamento é perfeito para quem busca uma moradia funcional e bem-localizada. O Residencial Viena conta com uma completa infraestrutura de lazer, incluindo playground, brinquedoteca, pista de cooper, circuito interno de TV, espaço de leitura, pet place, salão de festas, entrada lateral, portão eletrônico, portaria 24h e guarita com segurança. Área total de 3.355 m2. Tudo isso a apenas alguns minutos do comércio local e de diversas linhas de ônibus. Perto da Escola Estadual Antero Pessoa, Mi Gusta Açaí, Igreja Evangélica Vida Nova. Este apartamento, avaliado em R$ 185.500, é a oportunidade perfeita para quem deseja investir em um imóvel moderno, bem-localizado e com ampla área de lazer. Aproveite esta chance única e agende uma visita para conhecer de perto este fantástico imóvel. Com a documentação tem o habite-se, e dá financiamento bancário. Não perca tempo, entre em contato conosco agora mesmo e conheça de perto este apartamento que irá superar todas as suas expectativas. Uma moradia com estilo, conforto e conveniência, tudo isso em um único lugar.
Rua Príncipe Duarte, 71 - Flamengo (Justinópolis)Galpão com Área Edificada (mª): 305,07. Próximo a Av. Ver. Lucimar Roberto Valentim. Agende a sua visita! Ribeirão das Neves é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, Região Sudeste do país. Pertence à Região Metropolitana de Belo Horizonte, sendo o sétimo município mais populoso do estado, reunindo 341 415 habitantes segundo estimativa de 2021. É considerada um município dormitório, pois a maior parte de seus moradores trabalham na capital mineira, ou nos municípios vizinhos que também fazem parte da Região Metropolitana de Belo Horizonte. A economia do município concentra-se na indústria e no comércio em geral, que emprega a população economicamente ativa História Criação Antes denominado Matas de Bento Pires, tem suas primeiras documentações datadas do século XVIII, o qual denominava-se "Matas de Bento Pires". Em 1745 Jacintho Vieira da Costa, então mestre de campo, obtêm os direitos das terras de Matas de Bento Pires e constrói uma capela dedicada à Nossa Senhora das Neves. Devido a isso, Matas de Bento Pires se torna Fazenda das Neves e posteriormente Engenho das Neves, em 1946. Vieira da Costa morre em 1760 legando os direitos de terra e bens ao seu filho, Antonio Vieira da Costa, que morre em 1796 sem herdeiros. Com o leilão dos bens o Capitão José Luis de Andrade, português, morador de Vila do Sabará, toma posse da Fazenda das Neves e também da Fazenda dos Carijós, onde atualmente encontram-se os bairros Santa Marta, Santa Martinha, Porto Seguro e Nova União. Com o crescimento da capela, em 1820 é criada uma Guarda-Moria nas capelas de Nossa Senhora das Neves e de Santo Antônio da Venda Nova e com isso a região é elevada a Distrito de Paz, em 1830 com uma população de cerca de 1.240 pessoas. Mas em 1846 a degradação da capela e aumento da população faz com que o então vereador, Padre José Maria de Andrade, reduzisse Neves a condição de distrito novamente. Neves é então anexada ao distrito de Venda Nova e posteriormente ao distrito de Pindahybas, atual Vera Cruz de Minas e assim ficou até 1911 quando as duas foram anexadas ao município de Contagem. O estado de Minas Gerais toma posse de parte da Fazenda das Neves para a construção de uma penitenciária agrícola, em 1927. A construção da penitenciária aumenta a população e é finalizada em 1938 como Penitenciária Agrícola de Neves. Passando a fazer parte de vários municípios, só é elevado à categoria de município em 12 de dezembro de 1953 com a denominação de Ribeirão das Neves, tendo como distrito Justinópolis, antigo Campanhã, e subdistrito Areias. Campanhã pertencia inicialmente ao distrito de Venda Nova e em 1911, com a criação do Município de Contagem, passa a constituir um dos três distritos deste Município. Tal feito deve-se à Antônio Justino da Rocha, político do partido Republicano, pois seus esforços foram essenciais para tornar a localidade um distrito. Criado o Município de Ribeirão das Neves em 1953, Campanhã passa a integrá-lo com o nome de Justinópolis. Por fim, o Distrito de Veneza foi criado pela Lei nº 3.388, de 15 de junho de 2011. Levou esse nome pelo fato do Bairro Veneza ser o maior loteamento popular da região, realizado no final da década de 1970 e constituído por cerca de 4.000 lotes. Expansão urbana Em 1950, quando ainda pertencia a Pedro Leopoldo, Ribeirão das Neves era um pequeno povoado com uma população apenas ligeiramente superior a 4 mil habitantes. Mas, em um período de apenas 50 anos, a população do município cresceu vertiginosamente, ultrapassando 246 mil habitantes, em 2000. Segundo o PLAMBEL (órgão extinto responsável pela organização metropolitana), a formação do espaço físico Nevense foi orientada pelo mercado imobiliário privado, obedecendo aos interesses econômicos dos loteadores. Durante os anos 70 a população de Ribeirão das Neves apresentou a sua maior taxa geométrica de crescimento: 21,36% ao ano. E, ainda como reflexo do comportamento do mercado imobiliário nos períodos anteriores, o crescimento populacional de Justinópolis - a uma taxa média anual de 27,2% - explicou nada mais nada menos que 84% do crescimento populacional do município. Ainda nesse período, a população da Sede também cresceu a um ritmo extremamente alto (de 11,09% ao ano), mas sua participação relativa no incremento absoluto total do município foi de apenas 15,9%. Significa dizer que nos anos 60 e 70 Ribeirão das Neves cresceu em função da dinâmica demográfica de Justinópolis, basicamente. Em síntese, Neves passou de 9.707 habitantes (aproximadamente) em 1970, para 143.853 habitantes ao fim da década de 1980. Os dados sugerem que o crescimento populacional de Neves, está intimamente associado ao processo de expansão urbana de Belo Horizonte e reflete, portanto, seu poder de atração e retenção populacional. Os loteamentos de Ribeirão das Neves representaram para muitos uma oportunidade, senão a única, de adquirir moradia própria. Representaram, também, para essas pessoas, a chance de continuar residindo nas proximidades da Capital e, portanto, de estar inserido em seu mercado de trabalho. A Sede e Justinópolis são núcleos urbanos mais antigos e, portanto, consolidados. Possuem setor comercial relativamente desenvolvido e alguns equipamentos de uso público como escolas e centros de saúde. Além desses fatores, a Sede abriga o poder político administrativo e Justinópolis conta com uma proximidade espacial maior de Belo Horizonte, fatores que contribuem para a valorização dos terrenos localizados nessas duas áreas e, portanto, tornam-nas mais atraentes para o surgimento de novos parcelamentos imobiliários.
Ribeirão das Neves, MGGalpão com Área Edificada (mª): 305,07. Próximo a Av. Ver. Lucimar Roberto Valentim. Agende a sua visita! Ribeirão das Neves é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, Região Sudeste do país. Pertence à Região Metropolitana de Belo Horizonte, sendo o sétimo município mais populoso do estado, reunindo 341 415 habitantes segundo estimativa de 2021. É considerada um município dormitório, pois a maior parte de seus moradores trabalham na capital mineira, ou nos municípios vizinhos que também fazem parte da Região Metropolitana de Belo Horizonte. A economia do município concentra-se na indústria e no comércio em geral, que emprega a população economicamente ativa História Criação Antes denominado Matas de Bento Pires, tem suas primeiras documentações datadas do século XVIII, o qual denominava-se "Matas de Bento Pires". Em 1745 Jacintho Vieira da Costa, então mestre de campo, obtêm os direitos das terras de Matas de Bento Pires e constrói uma capela dedicada à Nossa Senhora das Neves. Devido a isso, Matas de Bento Pires se torna Fazenda das Neves e posteriormente Engenho das Neves, em 1946. Vieira da Costa morre em 1760 legando os direitos de terra e bens ao seu filho, Antonio Vieira da Costa, que morre em 1796 sem herdeiros. Com o leilão dos bens o Capitão José Luis de Andrade, português, morador de Vila do Sabará, toma posse da Fazenda das Neves e também da Fazenda dos Carijós, onde atualmente encontram-se os bairros Santa Marta, Santa Martinha, Porto Seguro e Nova União. Com o crescimento da capela, em 1820 é criada uma Guarda-Moria nas capelas de Nossa Senhora das Neves e de Santo Antônio da Venda Nova e com isso a região é elevada a Distrito de Paz, em 1830 com uma população de cerca de 1.240 pessoas. Mas em 1846 a degradação da capela e aumento da população faz com que o então vereador, Padre José Maria de Andrade, reduzisse Neves a condição de distrito novamente. Neves é então anexada ao distrito de Venda Nova e posteriormente ao distrito de Pindahybas, atual Vera Cruz de Minas e assim ficou até 1911 quando as duas foram anexadas ao município de Contagem. O estado de Minas Gerais toma posse de parte da Fazenda das Neves para a construção de uma penitenciária agrícola, em 1927. A construção da penitenciária aumenta a população e é finalizada em 1938 como Penitenciária Agrícola de Neves. Passando a fazer parte de vários municípios, só é elevado à categoria de município em 12 de dezembro de 1953 com a denominação de Ribeirão das Neves, tendo como distrito Justinópolis, antigo Campanhã, e subdistrito Areias. Campanhã pertencia inicialmente ao distrito de Venda Nova e em 1911, com a criação do Município de Contagem, passa a constituir um dos três distritos deste Município. Tal feito deve-se à Antônio Justino da Rocha, político do partido Republicano, pois seus esforços foram essenciais para tornar a localidade um distrito. Criado o Município de Ribeirão das Neves em 1953, Campanhã passa a integrá-lo com o nome de Justinópolis. Por fim, o Distrito de Veneza foi criado pela Lei nº 3.388, de 15 de junho de 2011. Levou esse nome pelo fato do Bairro Veneza ser o maior loteamento popular da região, realizado no final da década de 1970 e constituído por cerca de 4.000 lotes. Expansão urbana Em 1950, quando ainda pertencia a Pedro Leopoldo, Ribeirão das Neves era um pequeno povoado com uma população apenas ligeiramente superior a 4 mil habitantes. Mas, em um período de apenas 50 anos, a população do município cresceu vertiginosamente, ultrapassando 246 mil habitantes, em 2000. Segundo o PLAMBEL (órgão extinto responsável pela organização metropolitana), a formação do espaço físico Nevense foi orientada pelo mercado imobiliário privado, obedecendo aos interesses econômicos dos loteadores. Durante os anos 70 a população de Ribeirão das Neves apresentou a sua maior taxa geométrica de crescimento: 21,36% ao ano. E, ainda como reflexo do comportamento do mercado imobiliário nos períodos anteriores, o crescimento populacional de Justinópolis - a uma taxa média anual de 27,2% - explicou nada mais nada menos que 84% do crescimento populacional do município. Ainda nesse período, a população da Sede também cresceu a um ritmo extremamente alto (de 11,09% ao ano), mas sua participação relativa no incremento absoluto total do município foi de apenas 15,9%. Significa dizer que nos anos 60 e 70 Ribeirão das Neves cresceu em função da dinâmica demográfica de Justinópolis, basicamente. Em síntese, Neves passou de 9.707 habitantes (aproximadamente) em 1970, para 143.853 habitantes ao fim da década de 1980. Os dados sugerem que o crescimento populacional de Neves, está intimamente associado ao processo de expansão urbana de Belo Horizonte e reflete, portanto, seu poder de atração e retenção populacional. Os loteamentos de Ribeirão das Neves representaram para muitos uma oportunidade, senão a única, de adquirir moradia própria. Representaram, também, para essas pessoas, a chance de continuar residindo nas proximidades da Capital e, portanto, de estar inserido em seu mercado de trabalho. A Sede e Justinópolis são núcleos urbanos mais antigos e, portanto, consolidados. Possuem setor comercial relativamente desenvolvido e alguns equipamentos de uso público como escolas e centros de saúde. Além desses fatores, a Sede abriga o poder político administrativo e Justinópolis conta com uma proximidade espacial maior de Belo Horizonte, fatores que contribuem para a valorização dos terrenos localizados nessas duas áreas e, portanto, tornam-nas mais atraentes para o surgimento de novos parcelamentos imobiliários.
Rua Trinta e Seis, 250 - JequitibáSítio localizado a 5 minutos do Shopping Estação BH!!! SITIO com2.095M2 , Plano, com saída para duas ruas asfaltadas. Existe bela casa duplex construída no terreno, composta de 4 quartos amplos, sala, cozinha grande, banheiro e duas varandas. Terreno admite construção multifamiliar,áreas comerciais, serviços e grandes equipamentos. ÓTIMA LOCALIZAÇÃO, ATRÁS DA CIDADE ADMINISTRATIVA. MUITO PRÓXIMO AO COMERCIO DO MORRO ALTO. RUA ASFALTADA E LIVRE. BOA VIZINHANÇA. *Proprietário estuda propostas, aceita imóvel de menor valor ou automóvel mais a diferença do valor.* - Curiosidade sobre Vespasiano O desenvolvimento do município de Vespasiano ocorreu juntamente com o crescimento da capital Belo Horizonte. As primeiras populações começaram a se instalar na região em 1745 e era composta por mineradores em busca de riquezas minerais no local. Anos an Em 1853, D. Mariana Joaquina da Costa, natural de Santa Luzia, e seu conjuge Joaquim da Fonseca Ferreira se fixaram em seu patrimônio na região central de Vespasiano, na época, Fazenda do Capão. Antigamente as terras da cidade pertenciam a Mariana que, após ficar cega devido a um descuido ao mexer com plantas desconhecidas, acabou sendo enganada e extorquida por várias famílias que vieram de fora e tomaram suas terras. O povoado cresceu de forma rápida e recebeu o nome de Arraial do Capão. A economia da região baseava-se na agricultura, pecuária e, mais tarde, a indústria do cal. O nome do território teve sua última alteração em 1894 com a inauguração da Estrada de Ferro Central do Brasil. O nome Vespasiano veio do antigo administrador da ferrovia, Cel. Vespasiano Gonçalves de Albuquerque e Silva. A ferrovia causou grande influência em aspectos socioeconômicos, aumentando o fluxo de pessoas e mercadorias para a cidade. Em 18 de dezembro de 1915, Vespasiano se tornou um território independente do município de Santa Luzia e teve sua emancipação em 1948. Bairros que compõe Vespasiano: *Bela Vista, *Benardo de Souza, *Boa Vista, *Bonsucesso, *Caieiras, *Caieiras Velho, *Célvia, *Central Park, *Centro, *Chacara Laranjeiras, *Cipriano, *Coqueiros, *Fagundes, *Gávea 1, *Gávea 2, *Jardim Alterosa, *Jardim Bela Vista, *Jardim da Glória, *Jardim Daliana, *Jardim Encantado, *Jardim Itaú, *Jardim Paraíso, *Jequitibá, *Lar de Minas, *Lourdes, *Mangueiras, *Maria José, *Mônaco, *Morro Alto, *Názea, *Nova Granja, *Nova Pampulha, *Nova York, *Novo Horizonte, *Parque Industrial Alterosa, *Parque Industrial José Vieira de Mendonça, *Parque Industrial Nova Granja, *Pouso Alegre, *Ribeirão da Mata, *Rosa dos Ventos, *Santa Catarina, *Santa Clara, *Santa Cruz, *Santa Maria, *Santo Antônio, *São Damião, *São Geraldo, *São Jorge, *São José, *Serra Azul, *Serra Dourada, *Suely, *Vale Formoso, *Vida Nova, *Vila da Fé, *Vila Esportiva, *Vista Alegre
Vespasiano, MGSítio localizado a 5 minutos do Shopping Estação BH!!! SITIO com2.095M2 , Plano, com saída para duas ruas asfaltadas. Existe bela casa duplex construída no terreno, composta de 4 quartos amplos, sala, cozinha grande, banheiro e duas varandas. Terreno admite construção multifamiliar,áreas comerciais, serviços e grandes equipamentos. ÓTIMA LOCALIZAÇÃO, ATRÁS DA CIDADE ADMINISTRATIVA. MUITO PRÓXIMO AO COMERCIO DO MORRO ALTO. RUA ASFALTADA E LIVRE. BOA VIZINHANÇA. *Proprietário estuda propostas, aceita imóvel de menor valor ou automóvel mais a diferença do valor.* - Curiosidade sobre Vespasiano O desenvolvimento do município de Vespasiano ocorreu juntamente com o crescimento da capital Belo Horizonte. As primeiras populações começaram a se instalar na região em 1745 e era composta por mineradores em busca de riquezas minerais no local. Anos an Em 1853, D. Mariana Joaquina da Costa, natural de Santa Luzia, e seu conjuge Joaquim da Fonseca Ferreira se fixaram em seu patrimônio na região central de Vespasiano, na época, Fazenda do Capão. Antigamente as terras da cidade pertenciam a Mariana que, após ficar cega devido a um descuido ao mexer com plantas desconhecidas, acabou sendo enganada e extorquida por várias famílias que vieram de fora e tomaram suas terras. O povoado cresceu de forma rápida e recebeu o nome de Arraial do Capão. A economia da região baseava-se na agricultura, pecuária e, mais tarde, a indústria do cal. O nome do território teve sua última alteração em 1894 com a inauguração da Estrada de Ferro Central do Brasil. O nome Vespasiano veio do antigo administrador da ferrovia, Cel. Vespasiano Gonçalves de Albuquerque e Silva. A ferrovia causou grande influência em aspectos socioeconômicos, aumentando o fluxo de pessoas e mercadorias para a cidade. Em 18 de dezembro de 1915, Vespasiano se tornou um território independente do município de Santa Luzia e teve sua emancipação em 1948. Bairros que compõe Vespasiano: *Bela Vista, *Benardo de Souza, *Boa Vista, *Bonsucesso, *Caieiras, *Caieiras Velho, *Célvia, *Central Park, *Centro, *Chacara Laranjeiras, *Cipriano, *Coqueiros, *Fagundes, *Gávea 1, *Gávea 2, *Jardim Alterosa, *Jardim Bela Vista, *Jardim da Glória, *Jardim Daliana, *Jardim Encantado, *Jardim Itaú, *Jardim Paraíso, *Jequitibá, *Lar de Minas, *Lourdes, *Mangueiras, *Maria José, *Mônaco, *Morro Alto, *Názea, *Nova Granja, *Nova Pampulha, *Nova York, *Novo Horizonte, *Parque Industrial Alterosa, *Parque Industrial José Vieira de Mendonça, *Parque Industrial Nova Granja, *Pouso Alegre, *Ribeirão da Mata, *Rosa dos Ventos, *Santa Catarina, *Santa Clara, *Santa Cruz, *Santa Maria, *Santo Antônio, *São Damião, *São Geraldo, *São Jorge, *São José, *Serra Azul, *Serra Dourada, *Suely, *Vale Formoso, *Vida Nova, *Vila da Fé, *Vila Esportiva, *Vista Alegre
Rua Um, 221 - Boa VistaApartamento no bairro Boa Vista em Vespasiano! Composto por 3 quartos, sala, varanda, cozinha, área de serviço, banheiro e 1 vaga de garagem demarcada . Acabamento: Piso cêramica, janelas blindex, bancadas granito, nichos no banheiro, cozinha e banheiro revestidos até o teto. Prédio em torre única com 20 Unidades, sendo 4 área privativas, 12 apartamentos tipos e 4 coberturas, elevador, Agende a sua visita!
Vespasiano, MGApartamento no bairro Boa Vista em Vespasiano! Composto por 3 quartos, sala, varanda, cozinha, área de serviço, banheiro e 1 vaga de garagem demarcada . Acabamento: Piso cêramica, janelas blindex, bancadas granito, nichos no banheiro, cozinha e banheiro revestidos até o teto. Prédio em torre única com 20 Unidades, sendo 4 área privativas, 12 apartamentos tipos e 4 coberturas, elevador, Agende a sua visita!
Rua Um, 221 - Boa VistaÁrea privativa no bairro Boa Vista em Vespasiano! Composto por 3 quartos, sala, cozinha, área de serviço, banheiro, área livre privativa e 1 vaga de garagem demarcada (dentro da área privativa). Acabamento: Piso cêramica, janelas blindex, bancadas granito, nichos no banheiro, cozinha e banheiro revestidos até o teto. Prédio em torre única com 20 Unidades, sendo 4 área privativas, 12 apartamentos tipos e 4 coberturas, elevador, Agende a sua visita!
Vespasiano, MGÁrea privativa no bairro Boa Vista em Vespasiano! Composto por 3 quartos, sala, cozinha, área de serviço, banheiro, área livre privativa e 1 vaga de garagem demarcada (dentro da área privativa). Acabamento: Piso cêramica, janelas blindex, bancadas granito, nichos no banheiro, cozinha e banheiro revestidos até o teto. Prédio em torre única com 20 Unidades, sendo 4 área privativas, 12 apartamentos tipos e 4 coberturas, elevador, Agende a sua visita!
Rua Celuta Ramires Noronha, 283 - Jardim dos Comerciários (Venda Nova)Linda área Privativa ! Composta por 02 (dois) quartos, sala para 02 ambientes, banho social, cozinha e área de serviço; 01 Vaga de garagem descoberta para veículos de pequeno porte; Ótimo acabamento ( porcelanato) Prédio com 10 (dez) apartamentos. Pronto para morar. Agende a sua visita! Venda Nova é um distrito e uma região administrativa (regional) de Belo Horizonte. Este nome provém do bairro central homônimo, que abriga um movimentado centro econômico e social. Essa região é conhecida há mais de cem anos por ser um dos principais caminhos para o norte de Minas Gerais e do Brasil. Antigamente era conhecida também como um local de bifurcação de rotas que iam para o norte e para o oeste do estado. Atualmente, é reconhecida por seu tradicional "Baile da Saudade," pelas manifestações culturais (miami, disco, rap) nas "Quadras do Vilarinho", pelo Centro Cultural de Venda Nova, pela histórica Rua Padre Pedro Pinto com suas casas quase centenárias, pela Colônia de Férias do SESC (que recebe grandes eventos, como por exemplo seleções da Copa do Mundo FIFA 2014), pelo moderno Shopping Estação, que possui o cinema da maior rede de cinemas da América Latina (Cinépolis), pela tricampeã Escola de Samba GRES Acadêmicos de Venda Nova, pelo humorista "Ceguinho", reconhecido nacionalmente, pelo clube de futebol Venda Nova FC, e pela novíssima e moderna Cidade Administrativa de Minas Gerais, o que faz do Distrito de Venda Nova a Sede do Poder Executivo do Estado de Minas Gerais (os poderes Legislativo e Judiciário de Minas Gerais encontram-se no Distrito-sede de Belo Horizonte). O grande crescimento que esse distrito vem desenvolvendo nos últimos anos fez nascer um termo que aponta para novos tempos na região e nas cidades ao norte: "O Vetor Norte de BH". Uma das principais via de acesso em Venda Nova é a Avenida Vilarinho que liga a região às avenidas Pedro I/Antônio Carlos e Cristiano Machado, que ligam ao centro da capital mineira. Outra importante via da região é a rua Padre Pedro Pinto, que leva o nome dum sacerdote catolico romano e importante personalidade na região (O primeiro padre de Belo Horizonte a dirigir um veículo). História O Distrito de Venda Nova pertence a Belo Horizonte, tendo sido contemporâneo do distrito de Curral Del Rey, quando ambos pertenciam à Vila de Sabará, importante cidade do Ciclo do Ouro. Pertenciam também à Vila de Sabará vários municípios, como Ribeirão das Neves, Contagem, Vespasiano, Santa Luzia, Lagoa Santa, Betim, Esmeraldas, Nova Lima, etc. Todos os municípios que hoje formam a Rede Metropolitana de Belo Horizonte, e outros mais, desenvolveram-se em terras pertencentes a Sabará, primeira e mais importante cidade da região até 'a construção da nova capital, Belo Horizonte. Todas essas localidades emanciparam-se aos poucos, tornando-se municipios. Segundo a tradição oral, o povoado local completou 300 anos em 2011, tendo-se iniciado em 1711 como pouso de tropeiros que por aqui passavam com gado e mercadorias vindos da Bahia, seguindo o Rio São Francisco e depois o Rio das Velhas para abastecerem de mantimentos a regiao das minas de ouro atraves da atual rua Padre Pedro Pinto. O distrito de Venda Nova e sua relação histórica com Belo Horizonte[2] Assimetrias sociais e políticas: identidades em formação Venda Nova surge, no século XVIII, a partir de um ponto de parada dos “caixeiros viajantes” que transitavam entre as “minas” e as “gerais”, entre o sul do estado e o norte do estado. Tal parada se situava numa área que primeiramente foi uma sesmaria, mas que, com o passar dos anos, e as divisões territoriais comuns na época, teve condições de se constituir em um povoado. O território da antiga sesmaria se transformaria em uma região de atuação de uma elite rural, abrangendo as terras ao norte do ribeirão Pampulha ou do Onça[1], e as terras das microbacias dos córregos Vilarinho, Serra Verde, Isidoro, Nado e Onça, o que posteriormente se tornou um distrito (Paiva, 1992). O distrito de um modo geral detinha peso político (nessa época e até meados do século XX), pois elegia representantes junto às sedes, tinham direito a sediar campanhas de Ordenança (policiamento), tinha igreja, padre, juiz... Tinham enfim, uma respeitável organização (Lisboa, 1996), permeada por tensas relações de poder. As famílias que compunham as elites do distrito de Venda Nova, durante os dois primeiros séculos, não fogem à regularidade encontrada por Dulci (1999). Tampouco escapam das constatações de Ribeiro (1997), sendo que para se constituírem como elites, elas necessitavam de uma área de atuação e influência, uma região onde poderiam estruturar relações sociais de poder. Para tais elites, ser vendanovense era defender o território, as tradições e as estruturas existentes no distrito que possibilitavam a perpetuação do status quo local. Provavelmente, o coronelismo e o clientelismo de massas (Dulci, 1999, p. 125) foram as formas de dominação mais comuns das elites do distrito de Venda Nova até meados do século XX. Para tal elite legitimar seu poder, a identidade vendanovense é fundamental, pois a mesma cria uma exclusividade, um campo específico de influências, reforçado pelas tradições, e pelo sentimento de enraizamento à territorialidade concreta. A consolidação de uma identidade cultural e política local Durante quase trezentos anos o Distrito de Venda Nova pertenceu, administrativamente a Sabará, ao Curral D’el Rey, a Santa Luzia e até a Campanhã (atual Justinópolis, distrito de Ribeirão das Neves). A região, por ser um carrefour de rotas tropeiras, tinha não apenas importância política, como visto acima, mas também comercial e religiosa. Do século XVIII, encontram-se documentos que atestam solicitações para instalação de vendas na região (Silva, 2000, p. 9). Por outro lado, em 1787 é enviada à rainha de Portugal, Dona Maria I, uma carta solicitando a “autorização para erguer, em Venda Nova, uma capela de invocação a Santo Antônio de Lisboa” (Silva, 2000, p. 9): Queixãoce a Vossa Magestade Fidelíssima os moradores do arraial de Venda Nova, Freguesia do Curral D’el Rey, Comarca de Sabará, que padesendo de grande necessidade de pasto espiritual (...) Se animaram a mandar pedir a Vossa Magestade em nome do glorioso Santo Antônio a licença para fazer ali a sua obra que todos os moradores querem. (Arquivo Público Mineiro apud Silva, 2000, p. 9). Esse aspecto evidencia a importância da religiosidade para a comunidade, ainda em formação cultural e identitária, nos idos do século XVIII. Já no início do século XIX constrói-se, num terreno doado, uma capela ao padroeiro da localidade. Anos mais tarde, é erguida a Igreja Matriz de Santo Antônio, que se tornará um elemento cultural fundamental para a tradição local. Ao longo do Brasil Império, Venda Nova floresce. Pequenos comércios começam a surgir na região onde predominam pequenas e médias propriedades. O próprio nome do lugar, “Venda Nova”, deriva das vicissitudes comerciais ocorridas aí. Segundo o “mito fundador” local, uma construção de uma venda maior e mais aprazível, em comparação a uma venda velha que existia no arraial, faz com que todos, moradores e viajantes, passassem a expressar algo como “vamos lá na venda nova”, sempre quando se referiam à localidade. Com essa referencia, logo os habitantes apropriaram-se da ideia de que eles moravam na região da venda nova. Todo esse território vendanovense esteve dentro da comarca de Sabará. Nas suas origens, estivera vinculado à freguesia do Curral d’El Rey. Em 1868, há uma mobilização para que o arraial passasse à categoria de freguesia, o que foi concretizada através de uma lei. Tal mobilização já revelava as articulações políticas da localidade, que visavam os “benefícios advindos da criação de cargos para a administração da Freguesia de Venda Nova” (Silva, 2000, p. 10). A instalação de um Corpo de Ordenanças da Guarda Nacional no local já mostrava a relevância política da região (Silva, 2000, p. 10). Nos fins do século XIX, Venda Nova já não fazia parte do Curral d’El Rey (que passara a se chamar Bello Horisonte no início da década de 1890). Mas, com a construção da Nova Capital de Minas Gerais no arraial belorizontino, propõe-se que Venda Nova passe a integrar o território da Cidade de Minas (Belo Horizonte). No início, a mudança da capital para Belo Horizonte não havia mudado a rotina do distrito vendanovense e de sua população. Mas pouco tempo depois chegavam à localidade os primeiros expulsos do antigo Curral d’El Rey, impedidos de residir na nova sede estadual. Segundo relato apresentado por Silva (2000, p. 12), grande parte da população expulsa pela Comissão Construtora de Aarão Reis chegou em Venda Nova “com a morte n’alma, vendo esboarem-se as suas ilusões, destruídas como um brinco às mãos infantis da Capital sonhada” (Fóscolo apud Silva, 2000, p. 12). Nas primeiras décadas do século XX, a região de Venda Nova é considerada distrito da capital Belo Horizonte. Os percursos à nova cidade eram feitos por muitos vendanovenses nos lombos dos animais, através da estrada de Venda Nova, que passava pela Pampulha e Lagoinha (essa estrada foi transformada nas avenidas “Antônio Carlos” e “Pedro I”), a partir de finalidades laborais, comerciais, ou mesmo culturais. Há vários relatos de vendanovenses que iam à Belo Horizonte da “intra-Contorno” (região interna da Avenida do Contorno) para trabalhar, se divertir (no teatro, cinema, parque, etc) ou comprar suprimentos para as vendas da Rua Direita de Venda Nova. Nesse período, a “vida cotidiana vai estar intimamente ligada às ações [dos] grupos de lideranças” (Silva, 2000, p. 12). Algumas dessas lideranças fundam o PPVN - Partido Progressista de Venda Nova - em 1933. Toda uma série de empreendimentos são implantandos na região a partir da atuação dessas lideranças políticas, e de outras lideranças religiosas, culturais e sociais: um grupo escolar, eletrificação na parte central, a “criação de um time de futebol, da corporação musical” (Silva, 2000, p. 12), fortalecendo a identidade local. Nos relatos colhidos por Silva (2000), também se pode constatar a riqueza cultural que circulava nessa Venda Nova no início do século passado. É nessa época que são fundados o “Cine São Pedro”, ponto de encontro dos vendanovenses, e a “Companhia Teatral Leopoldo Fróes”. Aqueles que não tinham condições de ir à Belo Horizonte para assistir uma peça ou um filme, eram presenteados na própria localidade. A renda dessas apresentações era revertida para as associações da comunidade (Silva, 2000, p. 22). Ir a esses eventos era participar do ritual vendanovense, compartilhando dos valores, costumes e da identidade local. As bandas de músicas também foram elementos novos da identidade cultural vendanovense, surgidos nesse momento histórico e logo incorporados à vida do distrito. A Corporação Musical de Santo Antônio tocava em toda Venda Nova, em festejos e celebrações religiosas, como a do “levantamento da bandeira de São Geraldo, bandeira do Sagrado Coração de Jesus, depois do Santo Antônio, a processão do Santíssimo” (Silva, 2000, p. 23). Já a Orquestra Marabá, formada por jovens vestidos com trajes sociais, tocavam nos bailes e festas da região. Se a identidade vendanovense nessa época ainda era profundamente permeada pelo catolicismo que ditava os ritmos e rituais da comunidade, vê-se os primeiros grupos protestantes aparecerem. No início, foram duas famílias que se reuniam em uma casa. Posteriormente ergueram a Igreja Metodista (Silva, 2000, p. 35), pequena edificação no estilo art déco na rua Direita, a poucos metros da Igreja Matriz. Esse detalhe arquitetônico da Igreja Metodista, o art déco, também é encontrado em outras construções da região, como o Cine São Pedro (ver foto acima) e várias casas da rua Direita. Mesmo que o distrito estivesse afastado do centro da capital, tendo a sua vida própria, tal condição não impedia que se trouxesse, para seu ambiente construído, os ecos de um estilo em voga nos grandes centros urbanos brasileiro. Isso mostra tal grau de penetração dos estilos arquitetônicos no início do século XX. Toda essa efervescência cultural em Venda Nova e sua conexão com a capital, porém, não são muito relevantes para os jogos políticos da capital e do estado. Em 1938, o distrito vendanovense passa a pertencer a Santa Luzia, deixando Belo Horizonte sem boa parte de seu território norte . E isso em um momento em que o processo de urbanização e loteamento já atingia o território limítrofe entre o distrito-sede de Belo Horizonte e o distrito de Venda Nova, conforme apontam mapas da década de 1940.
Belo Horizonte, MGLinda área Privativa ! Composta por 02 (dois) quartos, sala para 02 ambientes, banho social, cozinha e área de serviço; 01 Vaga de garagem descoberta para veículos de pequeno porte; Ótimo acabamento ( porcelanato) Prédio com 10 (dez) apartamentos. Pronto para morar. Agende a sua visita! Venda Nova é um distrito e uma região administrativa (regional) de Belo Horizonte. Este nome provém do bairro central homônimo, que abriga um movimentado centro econômico e social. Essa região é conhecida há mais de cem anos por ser um dos principais caminhos para o norte de Minas Gerais e do Brasil. Antigamente era conhecida também como um local de bifurcação de rotas que iam para o norte e para o oeste do estado. Atualmente, é reconhecida por seu tradicional "Baile da Saudade," pelas manifestações culturais (miami, disco, rap) nas "Quadras do Vilarinho", pelo Centro Cultural de Venda Nova, pela histórica Rua Padre Pedro Pinto com suas casas quase centenárias, pela Colônia de Férias do SESC (que recebe grandes eventos, como por exemplo seleções da Copa do Mundo FIFA 2014), pelo moderno Shopping Estação, que possui o cinema da maior rede de cinemas da América Latina (Cinépolis), pela tricampeã Escola de Samba GRES Acadêmicos de Venda Nova, pelo humorista "Ceguinho", reconhecido nacionalmente, pelo clube de futebol Venda Nova FC, e pela novíssima e moderna Cidade Administrativa de Minas Gerais, o que faz do Distrito de Venda Nova a Sede do Poder Executivo do Estado de Minas Gerais (os poderes Legislativo e Judiciário de Minas Gerais encontram-se no Distrito-sede de Belo Horizonte). O grande crescimento que esse distrito vem desenvolvendo nos últimos anos fez nascer um termo que aponta para novos tempos na região e nas cidades ao norte: "O Vetor Norte de BH". Uma das principais via de acesso em Venda Nova é a Avenida Vilarinho que liga a região às avenidas Pedro I/Antônio Carlos e Cristiano Machado, que ligam ao centro da capital mineira. Outra importante via da região é a rua Padre Pedro Pinto, que leva o nome dum sacerdote catolico romano e importante personalidade na região (O primeiro padre de Belo Horizonte a dirigir um veículo). História O Distrito de Venda Nova pertence a Belo Horizonte, tendo sido contemporâneo do distrito de Curral Del Rey, quando ambos pertenciam à Vila de Sabará, importante cidade do Ciclo do Ouro. Pertenciam também à Vila de Sabará vários municípios, como Ribeirão das Neves, Contagem, Vespasiano, Santa Luzia, Lagoa Santa, Betim, Esmeraldas, Nova Lima, etc. Todos os municípios que hoje formam a Rede Metropolitana de Belo Horizonte, e outros mais, desenvolveram-se em terras pertencentes a Sabará, primeira e mais importante cidade da região até 'a construção da nova capital, Belo Horizonte. Todas essas localidades emanciparam-se aos poucos, tornando-se municipios. Segundo a tradição oral, o povoado local completou 300 anos em 2011, tendo-se iniciado em 1711 como pouso de tropeiros que por aqui passavam com gado e mercadorias vindos da Bahia, seguindo o Rio São Francisco e depois o Rio das Velhas para abastecerem de mantimentos a regiao das minas de ouro atraves da atual rua Padre Pedro Pinto. O distrito de Venda Nova e sua relação histórica com Belo Horizonte[2] Assimetrias sociais e políticas: identidades em formação Venda Nova surge, no século XVIII, a partir de um ponto de parada dos “caixeiros viajantes” que transitavam entre as “minas” e as “gerais”, entre o sul do estado e o norte do estado. Tal parada se situava numa área que primeiramente foi uma sesmaria, mas que, com o passar dos anos, e as divisões territoriais comuns na época, teve condições de se constituir em um povoado. O território da antiga sesmaria se transformaria em uma região de atuação de uma elite rural, abrangendo as terras ao norte do ribeirão Pampulha ou do Onça[1], e as terras das microbacias dos córregos Vilarinho, Serra Verde, Isidoro, Nado e Onça, o que posteriormente se tornou um distrito (Paiva, 1992). O distrito de um modo geral detinha peso político (nessa época e até meados do século XX), pois elegia representantes junto às sedes, tinham direito a sediar campanhas de Ordenança (policiamento), tinha igreja, padre, juiz... Tinham enfim, uma respeitável organização (Lisboa, 1996), permeada por tensas relações de poder. As famílias que compunham as elites do distrito de Venda Nova, durante os dois primeiros séculos, não fogem à regularidade encontrada por Dulci (1999). Tampouco escapam das constatações de Ribeiro (1997), sendo que para se constituírem como elites, elas necessitavam de uma área de atuação e influência, uma região onde poderiam estruturar relações sociais de poder. Para tais elites, ser vendanovense era defender o território, as tradições e as estruturas existentes no distrito que possibilitavam a perpetuação do status quo local. Provavelmente, o coronelismo e o clientelismo de massas (Dulci, 1999, p. 125) foram as formas de dominação mais comuns das elites do distrito de Venda Nova até meados do século XX. Para tal elite legitimar seu poder, a identidade vendanovense é fundamental, pois a mesma cria uma exclusividade, um campo específico de influências, reforçado pelas tradições, e pelo sentimento de enraizamento à territorialidade concreta. A consolidação de uma identidade cultural e política local Durante quase trezentos anos o Distrito de Venda Nova pertenceu, administrativamente a Sabará, ao Curral D’el Rey, a Santa Luzia e até a Campanhã (atual Justinópolis, distrito de Ribeirão das Neves). A região, por ser um carrefour de rotas tropeiras, tinha não apenas importância política, como visto acima, mas também comercial e religiosa. Do século XVIII, encontram-se documentos que atestam solicitações para instalação de vendas na região (Silva, 2000, p. 9). Por outro lado, em 1787 é enviada à rainha de Portugal, Dona Maria I, uma carta solicitando a “autorização para erguer, em Venda Nova, uma capela de invocação a Santo Antônio de Lisboa” (Silva, 2000, p. 9): Queixãoce a Vossa Magestade Fidelíssima os moradores do arraial de Venda Nova, Freguesia do Curral D’el Rey, Comarca de Sabará, que padesendo de grande necessidade de pasto espiritual (...) Se animaram a mandar pedir a Vossa Magestade em nome do glorioso Santo Antônio a licença para fazer ali a sua obra que todos os moradores querem. (Arquivo Público Mineiro apud Silva, 2000, p. 9). Esse aspecto evidencia a importância da religiosidade para a comunidade, ainda em formação cultural e identitária, nos idos do século XVIII. Já no início do século XIX constrói-se, num terreno doado, uma capela ao padroeiro da localidade. Anos mais tarde, é erguida a Igreja Matriz de Santo Antônio, que se tornará um elemento cultural fundamental para a tradição local. Ao longo do Brasil Império, Venda Nova floresce. Pequenos comércios começam a surgir na região onde predominam pequenas e médias propriedades. O próprio nome do lugar, “Venda Nova”, deriva das vicissitudes comerciais ocorridas aí. Segundo o “mito fundador” local, uma construção de uma venda maior e mais aprazível, em comparação a uma venda velha que existia no arraial, faz com que todos, moradores e viajantes, passassem a expressar algo como “vamos lá na venda nova”, sempre quando se referiam à localidade. Com essa referencia, logo os habitantes apropriaram-se da ideia de que eles moravam na região da venda nova. Todo esse território vendanovense esteve dentro da comarca de Sabará. Nas suas origens, estivera vinculado à freguesia do Curral d’El Rey. Em 1868, há uma mobilização para que o arraial passasse à categoria de freguesia, o que foi concretizada através de uma lei. Tal mobilização já revelava as articulações políticas da localidade, que visavam os “benefícios advindos da criação de cargos para a administração da Freguesia de Venda Nova” (Silva, 2000, p. 10). A instalação de um Corpo de Ordenanças da Guarda Nacional no local já mostrava a relevância política da região (Silva, 2000, p. 10). Nos fins do século XIX, Venda Nova já não fazia parte do Curral d’El Rey (que passara a se chamar Bello Horisonte no início da década de 1890). Mas, com a construção da Nova Capital de Minas Gerais no arraial belorizontino, propõe-se que Venda Nova passe a integrar o território da Cidade de Minas (Belo Horizonte). No início, a mudança da capital para Belo Horizonte não havia mudado a rotina do distrito vendanovense e de sua população. Mas pouco tempo depois chegavam à localidade os primeiros expulsos do antigo Curral d’El Rey, impedidos de residir na nova sede estadual. Segundo relato apresentado por Silva (2000, p. 12), grande parte da população expulsa pela Comissão Construtora de Aarão Reis chegou em Venda Nova “com a morte n’alma, vendo esboarem-se as suas ilusões, destruídas como um brinco às mãos infantis da Capital sonhada” (Fóscolo apud Silva, 2000, p. 12). Nas primeiras décadas do século XX, a região de Venda Nova é considerada distrito da capital Belo Horizonte. Os percursos à nova cidade eram feitos por muitos vendanovenses nos lombos dos animais, através da estrada de Venda Nova, que passava pela Pampulha e Lagoinha (essa estrada foi transformada nas avenidas “Antônio Carlos” e “Pedro I”), a partir de finalidades laborais, comerciais, ou mesmo culturais. Há vários relatos de vendanovenses que iam à Belo Horizonte da “intra-Contorno” (região interna da Avenida do Contorno) para trabalhar, se divertir (no teatro, cinema, parque, etc) ou comprar suprimentos para as vendas da Rua Direita de Venda Nova. Nesse período, a “vida cotidiana vai estar intimamente ligada às ações [dos] grupos de lideranças” (Silva, 2000, p. 12). Algumas dessas lideranças fundam o PPVN - Partido Progressista de Venda Nova - em 1933. Toda uma série de empreendimentos são implantandos na região a partir da atuação dessas lideranças políticas, e de outras lideranças religiosas, culturais e sociais: um grupo escolar, eletrificação na parte central, a “criação de um time de futebol, da corporação musical” (Silva, 2000, p. 12), fortalecendo a identidade local. Nos relatos colhidos por Silva (2000), também se pode constatar a riqueza cultural que circulava nessa Venda Nova no início do século passado. É nessa época que são fundados o “Cine São Pedro”, ponto de encontro dos vendanovenses, e a “Companhia Teatral Leopoldo Fróes”. Aqueles que não tinham condições de ir à Belo Horizonte para assistir uma peça ou um filme, eram presenteados na própria localidade. A renda dessas apresentações era revertida para as associações da comunidade (Silva, 2000, p. 22). Ir a esses eventos era participar do ritual vendanovense, compartilhando dos valores, costumes e da identidade local. As bandas de músicas também foram elementos novos da identidade cultural vendanovense, surgidos nesse momento histórico e logo incorporados à vida do distrito. A Corporação Musical de Santo Antônio tocava em toda Venda Nova, em festejos e celebrações religiosas, como a do “levantamento da bandeira de São Geraldo, bandeira do Sagrado Coração de Jesus, depois do Santo Antônio, a processão do Santíssimo” (Silva, 2000, p. 23). Já a Orquestra Marabá, formada por jovens vestidos com trajes sociais, tocavam nos bailes e festas da região. Se a identidade vendanovense nessa época ainda era profundamente permeada pelo catolicismo que ditava os ritmos e rituais da comunidade, vê-se os primeiros grupos protestantes aparecerem. 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Rua Brodósqui, 370 - Piratininga (Venda Nova)Casa geminada com entrada individual! Composta por: 1° pavimento: Sala para 2 ambientes, lavabo, cozinha americana, área de serviço separada, área livre e 1 vaga de garagem. 2° pavimento: 3 quartos sendo 1 com suíte e varanda e banheiro. Condomínio com 04, casas geminadas duplex. Cozinha e Banheiro revestimento até o teto; Nichos nos banheiros; Porcelanato, Vidro temperado, Granito e Corrimão Inox. Localizado próximo a Praça Diadema. Agende a sua visita!
Belo Horizonte, MGCasa geminada com entrada individual! Composta por: 1° pavimento: Sala para 2 ambientes, lavabo, cozinha americana, área de serviço separada, área livre e 1 vaga de garagem. 2° pavimento: 3 quartos sendo 1 com suíte e varanda e banheiro. Condomínio com 04, casas geminadas duplex. Cozinha e Banheiro revestimento até o teto; Nichos nos banheiros; Porcelanato, Vidro temperado, Granito e Corrimão Inox. Localizado próximo a Praça Diadema. Agende a sua visita!
Rua Gipsita, 0 - CandeláriaCasa Geminada com Entrada Individual à Venda – Entrega Prevista para Maio/2026 Se você busca conforto, privacidade e um projeto moderno, essa casa geminada é perfeita para você! Localizada em um bairro em crescimento, ela conta com entrada totalmente individual e excelente distribuição dos espaços. 🏡 Características do imóvel: 2 quartos, ambos suítes, sendo um com varanda privativa Sala ampla para dois ambientes Cozinha funcional e bem ventilada Lavabo no pavimento térreo Área de serviço externa Vaga de garagem 📅 Previsão de entrega: Maio de 2026 📄 Será entregue com toda a documentação regularizada Ideal para quem deseja um imóvel novo, com entrada individual e acabamento de qualidade. Garanta já sua unidade! Entre em contato e agende uma visita ao local do empreendimento.
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Rua Carmem, 26 - Rio BrancoCasa geminada composta por 3 quartos com suíte, Banho social, Sala, Lavabo, Cozinha, área de serviço, quintal e uma vaga de Garagem. Excelente acabamento. Agende a sua visita! Rio Branco é um bairro da região administrativa da Venda Nova, na cidade brasileira de Belo Horizonte, em Minas Gerais. História O bairro surgiu na década de 1970 para abrigar as populações de baixa renda. Nessa época, foram construídos diversos conjuntos habitacionais para a população de menor poder aquisitivo, mas a maioria deles não dispunha dos serviços de infra-estrutura necessários. A multiplicação desses conjuntos aumentou a população do bairro.[1] No bairro, que também é chamado de Visconde do Rio Branco, havia muitas residências alugadas pela Beneficência da Prefeitura Municipal para os servidores municipais. Com a sua regularização, em 1972, as casas foram vendidas aos ocupantes que tivessem condições de adquiri-las. A partir da doação de um terreno da Prefeitura para a Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerais (COHAB-MG), responsável pela elaboração e execução de projetos de moradia popular, foi construído um conjunto habitacional em 1977. Com 221 unidades habitacionais, a maioria das casas foi destinada às famílias que viviam com menos de um salário mínimo.[1] O bairro teve um grande crescimento populacional a partir da década de 1980, quando receberam cerca de 18 mil novos habitantes. Nessa área, houve uma tendência para a construção de casas com mais de dois pavimentos, para abrigar os novos moradores. O fato de seus terrenos contaremcom uma situação regular junto à Prefeitura garantiu grandes investimentos no setor da construção civil.[1] O Parque Alexander Brandt, localizado no bairro, foi aberto ao público em 1993.
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