Rua Diva, 272 - Rio BrancoNovo empreendimento no bairro Rio Branco! Apartamento composto por 02 dormitórios sem suíte, sala para 02 ambientes, banheiro, cozinha, área de serviço e duas vagas de garagem descobertas. Acabamento: Janelas em alumínio; Piso em porcelanato; Interfone; Elevador; Fachada frontal revestida. Prédio com 16 (Dezeseis) apartamentos, sendo 04 coberturas, 04 áreas privativas e 08 tipos. Prazo previsto término obra: Dezembro/ 2023.Belo Horizonte - MGNovo empreendimento no bairro Rio Branco! Apartamento composto por 02 dormitórios sem suíte, sala para 02 ambientes, banheiro, cozinha, área de serviço e duas vagas de garagem descobertas. Acabamento: Janelas em alumínio; Piso em porcelanato; Interfone; Elevador; Fachada frontal revestida. Prédio com 16 (Dezeseis) apartamentos, sendo 04 coberturas, 04 áreas privativas e 08 tipos. Prazo previsto término obra: Dezembro/ 2023.
Rua Diva, 271 - Rio BrancoNovo empreendimento no bairro Rio Branco! Apartamento composto por 02 dormitórios sem suíte, sala para 02 ambientes, banheiro, cozinha, área de serviço e duas vagas de garagem descobertas. Acabamento: Janelas em alumínio; Piso em porcelanato; Interfone; Elevador; Fachada frontal revestida. Prédio com 16 (Dezesseis) apartamentos, sendo 04 coberturas, 04 áreas privativas e 08 tipos. Prazo previsto início de obra: Maio/2022 Prazo previsto término obra: Dezembro/ 2023. Empreendimento localizado próximo à padarias, panificadoras, docerias, supermercados, farmácias, igrejas, escola e postos. Além de contar com o Centro de saúde Piratininga à 700m do apartamento. Além de todo o conforto e segurança proporcionados pelo bairro, a localização privilegiada não deixa à desejar. Rio Branco é um bairro da região administrativa da Venda Nova, na cidade brasileira de Belo Horizonte, em Minas Gerais. História Do Bairro O bairro surgiu na década de 1970 para abrigar as populações de baixa renda. Nessa época, foram construídos diversos conjuntos habitacionais para a população de menor poder aquisitivo, mas a maioria deles não dispunha dos serviços de infraestrutura necessários. A multiplicação desses conjuntos aumentou a população do bairro. O bairro, que também é chamado de Visconde do Rio Branco, havia muitas residências alugadas pela Beneficência da Prefeitura Municipal para os servidores municipais. Com a sua regularização, em 1972, as casas foram vendidas aos ocupantes que tivessem condições de adquiri-las. A partir da doação de um terreno da Prefeitura para a Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerais (COHAB-MG), responsável pela elaboração e execução de projetos de moradia popular, foi construído um conjunto habitacional em 1977. Com 221 unidades habitacionais, a maioria das casas foram destinada às famílias que viviam com menos de um salário mínimo. Tanto o bairro Rio Branco quanto o Santa Mônica tiveram um grande crescimento populacional a partir da década de 1980, quando receberam cerca de 18 mil novos habitantes. Nessa área, houve uma tendência para a construção de casas com mais de dois pavimentos, para abrigar os novos moradores. O fato de seus terrenos contarem com uma situação regular junto à Prefeitura garantiu grandes investimentos no setor da construção civil. Os bairros que surgiram nesse período possuem um acesso preferencial pela Avenida Portugal e concentram uma população com maior poder aquisitivo em relação aos outros bairros de Venda Nova. O Parque Alexander Brandt, uma dos principais pontos de lazer localizado no bairro, que é referência urbana atual, foi aberto ao público em 1993. Antigamente, a Matriz de São Geraldo ocupava o lugar de destaque como referência. História de Venda Nova Venda Nova é uma das nove regiões que constituem a cidade de Belo Horizonte. Apesar de sua denominação remeter à jovialidade, a regional é mais antiga do que a própria capital mineira. Essa história começou quando Minas Gerais vivia o ciclo do ouro e os exploradores passaram a criar pequenos vilarejos. Foi o caso do arraial Venda Nova, um entreposto comercial povoado mais de 100 anos antes da construção de BH. Quando os bandeirantes descobriram que a região de Minas Gerais era rica em minérios e recursos naturais, apareceram muitos interessados na procura por ouro e pedras preciosas. Estes forasteiros montavam arraiais para seus negócios que poderiam progredir para vilas, distritos e, por fim, cidades. Quem abastecia as minas eram os tropeiros, comerciantes que viajavam carregando alimentos e produtos. Na época, uma das principais rotas desses “andarilhos” partia da Bahia, seguia o Rio São Francisco e depois o Rio das Velhas. No percurso, estava a estrada onde hoje fica a Rua Padre Pedro Pinto, principal acesso a Venda Nova. Já o nome "Venda Nova" surgiu quando a região ficou conhecida por concentrar muitos comércios e por ser um ponto de repouso dos tropeiros. Conforme o tempo foi passando, um comércio se formou na região, com uma vasta variedade de produtos. As pessoas costumavam se referir a ele como “a venda nova”. E de tanto falarem esse nome, o apelido pegou e toda a região ao redor passou a ser conhecida como Venda Nova.Belo Horizonte - MGNovo empreendimento no bairro Rio Branco! Apartamento composto por 02 dormitórios sem suíte, sala para 02 ambientes, banheiro, cozinha, área de serviço e duas vagas de garagem descobertas. Acabamento: Janelas em alumínio; Piso em porcelanato; Interfone; Elevador; Fachada frontal revestida. Prédio com 16 (Dezesseis) apartamentos, sendo 04 coberturas, 04 áreas privativas e 08 tipos. Prazo previsto início de obra: Maio/2022 Prazo previsto término obra: Dezembro/ 2023. Empreendimento localizado próximo à padarias, panificadoras, docerias, supermercados, farmácias, igrejas, escola e postos. Além de contar com o Centro de saúde Piratininga à 700m do apartamento. Além de todo o conforto e segurança proporcionados pelo bairro, a localização privilegiada não deixa à desejar. Rio Branco é um bairro da região administrativa da Venda Nova, na cidade brasileira de Belo Horizonte, em Minas Gerais. História Do Bairro O bairro surgiu na década de 1970 para abrigar as populações de baixa renda. Nessa época, foram construídos diversos conjuntos habitacionais para a população de menor poder aquisitivo, mas a maioria deles não dispunha dos serviços de infraestrutura necessários. A multiplicação desses conjuntos aumentou a população do bairro. O bairro, que também é chamado de Visconde do Rio Branco, havia muitas residências alugadas pela Beneficência da Prefeitura Municipal para os servidores municipais. Com a sua regularização, em 1972, as casas foram vendidas aos ocupantes que tivessem condições de adquiri-las. A partir da doação de um terreno da Prefeitura para a Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerais (COHAB-MG), responsável pela elaboração e execução de projetos de moradia popular, foi construído um conjunto habitacional em 1977. Com 221 unidades habitacionais, a maioria das casas foram destinada às famílias que viviam com menos de um salário mínimo. Tanto o bairro Rio Branco quanto o Santa Mônica tiveram um grande crescimento populacional a partir da década de 1980, quando receberam cerca de 18 mil novos habitantes. Nessa área, houve uma tendência para a construção de casas com mais de dois pavimentos, para abrigar os novos moradores. O fato de seus terrenos contarem com uma situação regular junto à Prefeitura garantiu grandes investimentos no setor da construção civil. Os bairros que surgiram nesse período possuem um acesso preferencial pela Avenida Portugal e concentram uma população com maior poder aquisitivo em relação aos outros bairros de Venda Nova. O Parque Alexander Brandt, uma dos principais pontos de lazer localizado no bairro, que é referência urbana atual, foi aberto ao público em 1993. Antigamente, a Matriz de São Geraldo ocupava o lugar de destaque como referência. História de Venda Nova Venda Nova é uma das nove regiões que constituem a cidade de Belo Horizonte. Apesar de sua denominação remeter à jovialidade, a regional é mais antiga do que a própria capital mineira. Essa história começou quando Minas Gerais vivia o ciclo do ouro e os exploradores passaram a criar pequenos vilarejos. Foi o caso do arraial Venda Nova, um entreposto comercial povoado mais de 100 anos antes da construção de BH. 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E de tanto falarem esse nome, o apelido pegou e toda a região ao redor passou a ser conhecida como Venda Nova.
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Rua Diva, 272 - Santa MonicaNovo empreendimento no bairro Rio Branco! Apartamento composto por 02 dormitórios sem suíte, sala para 02 ambientes, banheiro, cozinha, área de serviço e duas vagas de garagem descobertas. Acabamento: Janelas em alumínio; Piso em porcelanato; Interfone; Elevador; Fachada frontal revestida. Prédio com 16 (Dezesseis) apartamentos, sendo 04 coberturas, 04 áreas privativas e 08 tipos. Prazo previsto início de obra: Maio/2022 Prazo previsto término obra: Dezembro/ 2023. Empreendimento localizado próximo à padarias, panificadoras, docerias, supermercados, farmácias, igrejas, escola e postos. Além de contar com o Centro de saúde Piratininga à 700m do apartamento. Além de todo o conforto e segurança proporcionados pelo bairro, a localização privilegiada não deixa à desejar. Rio Branco é um bairro da região administrativa da Venda Nova, na cidade brasileira de Belo Horizonte, em Minas Gerais. História Do Bairro O bairro surgiu na década de 1970 para abrigar as populações de baixa renda. Nessa época, foram construídos diversos conjuntos habitacionais para a população de menor poder aquisitivo, mas a maioria deles não dispunha dos serviços de infraestrutura necessários. A multiplicação desses conjuntos aumentou a população do bairro. O bairro, que também é chamado de Visconde do Rio Branco, havia muitas residências alugadas pela Beneficência da Prefeitura Municipal para os servidores municipais. Com a sua regularização, em 1972, as casas foram vendidas aos ocupantes que tivessem condições de adquiri-las. A partir da doação de um terreno da Prefeitura para a Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerais (COHAB-MG), responsável pela elaboração e execução de projetos de moradia popular, foi construído um conjunto habitacional em 1977. Com 221 unidades habitacionais, a maioria das casas foram destinada às famílias que viviam com menos de um salário mínimo. Tanto o bairro Rio Branco quanto o Santa Mônica tiveram um grande crescimento populacional a partir da década de 1980, quando receberam cerca de 18 mil novos habitantes. Nessa área, houve uma tendência para a construção de casas com mais de dois pavimentos, para abrigar os novos moradores. O fato de seus terrenos contarem com uma situação regular junto à Prefeitura garantiu grandes investimentos no setor da construção civil. Os bairros que surgiram nesse período possuem um acesso preferencial pela Avenida Portugal e concentram uma população com maior poder aquisitivo em relação aos outros bairros de Venda Nova. O Parque Alexander Brandt, uma dos principais pontos de lazer localizado no bairro, que é referência urbana atual, foi aberto ao público em 1993. Antigamente, a Matriz de São Geraldo ocupava o lugar de destaque como referência. História de Venda Nova Venda Nova é uma das nove regiões que constituem a cidade de Belo Horizonte. Apesar de sua denominação remeter à jovialidade, a regional é mais antiga do que a própria capital mineira. Essa história começou quando Minas Gerais vivia o ciclo do ouro e os exploradores passaram a criar pequenos vilarejos. Foi o caso do arraial Venda Nova, um entreposto comercial povoado mais de 100 anos antes da construção de BH. Quando os bandeirantes descobriram que a região de Minas Gerais era rica em minérios e recursos naturais, apareceram muitos interessados na procura por ouro e pedras preciosas. Estes forasteiros montavam arraiais para seus negócios que poderiam progredir para vilas, distritos e, por fim, cidades. Quem abastecia as minas eram os tropeiros, comerciantes que viajavam carregando alimentos e produtos. Na época, uma das principais rotas desses “andarilhos” partia da Bahia, seguia o Rio São Francisco e depois o Rio das Velhas. No percurso, estava a estrada onde hoje fica a Rua Padre Pedro Pinto, principal acesso a Venda Nova. 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Com a sua regularização, em 1972, as casas foram vendidas aos ocupantes que tivessem condições de adquiri-las. A partir da doação de um terreno da Prefeitura para a Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerais (COHAB-MG), responsável pela elaboração e execução de projetos de moradia popular, foi construído um conjunto habitacional em 1977. Com 221 unidades habitacionais, a maioria das casas foram destinada às famílias que viviam com menos de um salário mínimo. Tanto o bairro Rio Branco quanto o Santa Mônica tiveram um grande crescimento populacional a partir da década de 1980, quando receberam cerca de 18 mil novos habitantes. Nessa área, houve uma tendência para a construção de casas com mais de dois pavimentos, para abrigar os novos moradores. O fato de seus terrenos contarem com uma situação regular junto à Prefeitura garantiu grandes investimentos no setor da construção civil. 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Tanto o bairro Rio Branco quanto o Santa Mônica tiveram um grande crescimento populacional a partir da década de 1980, quando receberam cerca de 18 mil novos habitantes. Nessa área, houve uma tendência para a construção de casas com mais de dois pavimentos, para abrigar os novos moradores. O fato de seus terrenos contarem com uma situação regular junto à Prefeitura garantiu grandes investimentos no setor da construção civil. Os bairros que surgiram nesse período possuem um acesso preferencial pela Avenida Portugal e concentram uma população com maior poder aquisitivo em relação aos outros bairros de Venda Nova. O Parque Alexander Brandt, uma dos principais pontos de lazer localizado no bairro, que é referência urbana atual, foi aberto ao público em 1993. Antigamente, a Matriz de São Geraldo ocupava o lugar de destaque como referência. História de Venda Nova Venda Nova é uma das nove regiões que constituem a cidade de Belo Horizonte. 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Empreendimento localizado próximo à padarias, panificadoras, docerias, supermercados, farmácias, igrejas, escola e postos. Além de contar com o Centro de saúde Piratininga à 700m do apartamento. Além de todo o conforto e segurança proporcionados pelo bairro, a localização privilegiada não deixa à desejar. Rio Branco é um bairro da região administrativa da Venda Nova, na cidade brasileira de Belo Horizonte, em Minas Gerais. História Do Bairro O bairro surgiu na década de 1970 para abrigar as populações de baixa renda. Nessa época, foram construídos diversos conjuntos habitacionais para a população de menor poder aquisitivo, mas a maioria deles não dispunha dos serviços de infraestrutura necessários. A multiplicação desses conjuntos aumentou a população do bairro. O bairro, que também é chamado de Visconde do Rio Branco, havia muitas residências alugadas pela Beneficência da Prefeitura Municipal para os servidores municipais. 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Rua Luiz Advincula Reis, 0 - Céu AzulExcelente lote de 525 m² sendo 15 metros de frente e 35 de lateral , topografia quase plano. Está em ótima localização no bairro próximo a toca da raposa, documentação e impostos em dia , aceita veiculo com parte de pagamento. UM POUCO DA HISTÓRIA BAIRRO TREVO Trevo é um bairro da região administrativa da Pampulha, na cidade brasileira de Belo Horizonte, em Minas Gerais. A poucos metros da Lagoa da Pampulha, cercado por muito verde, e bem distante dos espigões que caracterizam a região central. É o que, de início, pode ser dito sobre o bairro Trevo, localizado na região da Pampulha. O bairro se originou da subdivisão de um terreno no local denominado Paracatu, na década de 1970. Desde os primeiros loteamentos, a região foi destinada às grandes propriedades, como sítios, chácaras e casas construídas em lotes com áreas entre 1 mil e 2 mil metros quadrados. É nele que se encontra o Centro de Treinamentos do time profissional do Cruzeiro Esporte Clube, conhecido como Toca da Raposa II. Nele também se encontra o Parque Municipal do Bairro Trevo. Este foi criado pela Lei Municipal n°. 10.441, de 28/03/2012. Com uma área de 23.940 m², foi parcialmente implantado por meio de Orçamento Participativo. Atualmente, possui um campo de futebol e uma quadra. O Parque está localizado na macrobacia do Onça e na bacia do Córrego Olhos D’água (Av. Francisco Negrão de Lima). O parque contribui com a preservação de nascentes de córregos que deságuam na Pampulha. Essa área verde também é importantíssima porque conserva um trecho de Cerrado original, bioma cada dia menos presente na geografia e história de Belo Horizonte. ORIGEM DA PAMPULHA Em 1936, na administração do prefeito Otacílio Negrão de Lima, iniciou-se o represamento do ribeirão Pampulha, objetivando a construção de uma lagoa, cuja finalidade seria amortecer enchentes e contribuir para o abastecimento da capital. Ela foi inaugurada em 1943 como o nome de Lagoa da Pampulha, no momento mais efervescente da consolidação do modernismo desenvolvido pelo então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek. O prefeito pretendia transformar a cidade numa metrópole moderna, capaz de realizar intercâmbio cultural com os principais centros urbanos do país. Seu programa focalizava a expansão urbana, a abertura de largas avenidas e a criação de novos bairros, como a Pampulha. Neste sentido, a Pampulha foi criada para ser local de lazer e turismo, com uma igreja dedicada a São Francisco de Assis, um cassino, um clube e uma casa de baile. Para implementar esse audacioso projeto, Juscelino Kubitschek convidou os mais ilustres arquitetos, paisagistas e artistas plásticos brasileiros - Niemeyer, Burle Marx, Portinari, Ceschiatti, José Pedrosa, August Zamoisky e Paulo Osir Rossi, que a planejaram de acordo com os padrões modernistas internacionais. A Lagoa, parte mais importante do projeto, tornou-se o mais antigo e tradicional lago dentre os integrantes das bacias do Rio das Velhas e São Francisco. Quando inaugurada, em 1943, possuía capacidade de acumulação de 18 milhões de metros cúbicos. Com o rompimento ocorrido em 1954, a lagoa sofreu grande redução na sua capacidade de acumulação, caindo para 13 milhões de metros cúbicos. DESENVOLVIMENTO/INFRA – ESTRUTURA: A Lagoa perdeu, nas últimas três décadas, mais da metade de sua capacidade de retenção, hoje estimada em 7 milhões de metros cúbicos. Projetada em área rural e estruturada para ser um reservatório de abastecimento, a represa agregou ainda a função hidrológica de amortecera das ondas de cheias, reduzindo a vazão de pico dos cerca de 40 cursos dágua que compõem a sua bacia hidrográfica, evitando inundações à jusante. Entretanto, o quadro atual de assoreamento reduziu a sua eficácia. Como possíveis causas de instalação deste quadro, citamos o processo de ocupação da sua bacia hidrográfica, desde o início dos anos 50, somada à poluição advinda do Centro Industrial de Contagem (CINCO), da Ceasa, do Aterro sanitário, das áreas de bota-fora e dos loteamentos residenciais, que geraram uma grande movimentação de terra carreada para a represa, além da poluição por esgoto. Nas últimas décadas, o fenômeno de assoreamento da Lagoa e da deteriorização de suas águas acelerou-se chegando, em 1998, ao lamentável quadro de perda de 50% do seu volume de reservação e de 40% da área do espelho dágua, apresentando elevados teores de matéria orgânica e baixas concentrações de oxigênio dissolvido. Ao longo dos anos, a ocupação desordenada e os escassos investimentos em saneamento básico trouxeram sérias consequências sócio-ambientais para a bacia da Pampulha. Hoje, estes problemas encontram-se refletidos não só no estado de degradação do espelho dágua da lagoa como nas condições de vida da população residente ao redor de sua orla, população essa estratificada em diversos níveis sócio-econômicos, variando do padrão muito baixo até o muito alto. Entretanto, a grande maioria da população, cerca de 70%, encontra-se nas faixas de renda baixa e muito baixa. A situação social da população da bacia agravou-se pela precariedade do saneamento básico. Cerca de 30% da área não possui rede de coleta de esgotos e aproximadamente 20% não é atendida com coleta regular de lixo. Os índices de qualidade de vida urbana - IQVU na Pampulha em 1998, encontravam-se, em 90% da área, abaixo do padrão médio do município. Devido a essa ocupação desordenada, a Lagoa da Pampulha passou a receber anualmente cerca de 380.000 metros cúbicos de sedimentos. A persistir esta situação, o seu assoreamento completo se dará até o ano 2.020. Como consequência do assoreamento, a Lagoa da Pampulha perderá uma de suas finalidades, ou seja, o amortecimento de cheias. O reflexo deste problema colocará em risco a vida de milhares de habitantes de vilas e bairros que se localizam em áreas susceptíveis a inundação, bem como o aeroporto localizado à jusante do vertedouro da represa. Também o grande volume de esgotos (matéria orgânica, coliformes, metais pesados, etc.) e de resíduos sólidos (plásticos, latas, vidros, etc.) que chegam diariamente à lagoa, contribuem para o seu assoreamento e para a eutrofização de suas águas. Dada a complexidade da atual situação ambiental, acima apresentada, a Prefeitura de Belo Horizonte vem realizando nos últimos anos importantes ações mitigadoras no sentido de recuperar essa bacia: dragagem parcial; retirada de aguapés; educação ambiental; controle de vetores; monitoramento da qualidade das águas; construção da estação de tratamento das àguas dos córregos Sarandi e Ressaca; pavimentação de ciclovia; restauração e reforma da Casa do Baile; restauração da igreja de São Francisco de Assis e compra da Casa de Juscelino Kubistcheck. A partir de 1998, como resultado da retirada de material sedimentar de seu leito, foram formadas 3 ilhas, posteriormente interligadas, que se transformaram em uma grande área com cerca de 27 hectares, cuja remoção era inviável sob todos os aspectos técnicos possíveis. Em 21 de outubro de 1997, o Conselho Municipal do Meio Ambiente – COMAM, ao aprovar o Programa de Recuperação da Lagoa da Pampulha – PROPAM, definiu que as ilhas seriam transformadas em um espaço de preservação ambiental. Com isso, em 2003, a PBH desenvolveu um projeto para implantação de um parque ecológico no local. Inaugurado no ano seguinte, ele tornou-se rapidamente uma atração pública, levando, em média, 20 mil visitantes ao local nos finais de semana. Atualmente a PBH desenvolve um programa de retirada de cerca de 300 mil metros cúbicos de sedimentos, objetivando desassorear a Lagoa. Para que o espelho d’água volte às suas características paisagísticas originais e de bacia de amortecimento de cheias, estima-se que mais 200 mil metros cúbicos deverão ser retirados. A orla da Lagoa é frequentada por um grande número de pescadores. Em 1990 foram entrevistados em torno de 400 pescadores num universo de cerca de 2.000 cadastrados . A maioria de baixa condição social (86,9%). A pesca constitui-se para esse segmento, em um importante item de suplementação alimentar, uma vez que 83,3% pescam com essa finalidade, e 9,1% pescam por lazer, enquanto 7,75 pescam por ambos os motivos. As espécies mais encontradas, segundo os entrevistados, foram: tilápias, trairão e pirambeba. A presença desses peixes na Lagoa da Pampulha deve-se provavelmente, a introdução realizada, tanto pelo poder público, como por particulares.Belo Horizonte - MGExcelente lote de 525 m² sendo 15 metros de frente e 35 de lateral , topografia quase plano. Está em ótima localização no bairro próximo a toca da raposa, documentação e impostos em dia , aceita veiculo com parte de pagamento. UM POUCO DA HISTÓRIA BAIRRO TREVO Trevo é um bairro da região administrativa da Pampulha, na cidade brasileira de Belo Horizonte, em Minas Gerais. A poucos metros da Lagoa da Pampulha, cercado por muito verde, e bem distante dos espigões que caracterizam a região central. É o que, de início, pode ser dito sobre o bairro Trevo, localizado na região da Pampulha. O bairro se originou da subdivisão de um terreno no local denominado Paracatu, na década de 1970. Desde os primeiros loteamentos, a região foi destinada às grandes propriedades, como sítios, chácaras e casas construídas em lotes com áreas entre 1 mil e 2 mil metros quadrados. É nele que se encontra o Centro de Treinamentos do time profissional do Cruzeiro Esporte Clube, conhecido como Toca da Raposa II. Nele também se encontra o Parque Municipal do Bairro Trevo. Este foi criado pela Lei Municipal n°. 10.441, de 28/03/2012. Com uma área de 23.940 m², foi parcialmente implantado por meio de Orçamento Participativo. Atualmente, possui um campo de futebol e uma quadra. O Parque está localizado na macrobacia do Onça e na bacia do Córrego Olhos D’água (Av. Francisco Negrão de Lima). O parque contribui com a preservação de nascentes de córregos que deságuam na Pampulha. Essa área verde também é importantíssima porque conserva um trecho de Cerrado original, bioma cada dia menos presente na geografia e história de Belo Horizonte. ORIGEM DA PAMPULHA Em 1936, na administração do prefeito Otacílio Negrão de Lima, iniciou-se o represamento do ribeirão Pampulha, objetivando a construção de uma lagoa, cuja finalidade seria amortecer enchentes e contribuir para o abastecimento da capital. Ela foi inaugurada em 1943 como o nome de Lagoa da Pampulha, no momento mais efervescente da consolidação do modernismo desenvolvido pelo então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek. O prefeito pretendia transformar a cidade numa metrópole moderna, capaz de realizar intercâmbio cultural com os principais centros urbanos do país. Seu programa focalizava a expansão urbana, a abertura de largas avenidas e a criação de novos bairros, como a Pampulha. Neste sentido, a Pampulha foi criada para ser local de lazer e turismo, com uma igreja dedicada a São Francisco de Assis, um cassino, um clube e uma casa de baile. Para implementar esse audacioso projeto, Juscelino Kubitschek convidou os mais ilustres arquitetos, paisagistas e artistas plásticos brasileiros - Niemeyer, Burle Marx, Portinari, Ceschiatti, José Pedrosa, August Zamoisky e Paulo Osir Rossi, que a planejaram de acordo com os padrões modernistas internacionais. A Lagoa, parte mais importante do projeto, tornou-se o mais antigo e tradicional lago dentre os integrantes das bacias do Rio das Velhas e São Francisco. Quando inaugurada, em 1943, possuía capacidade de acumulação de 18 milhões de metros cúbicos. Com o rompimento ocorrido em 1954, a lagoa sofreu grande redução na sua capacidade de acumulação, caindo para 13 milhões de metros cúbicos. DESENVOLVIMENTO/INFRA – ESTRUTURA: A Lagoa perdeu, nas últimas três décadas, mais da metade de sua capacidade de retenção, hoje estimada em 7 milhões de metros cúbicos. Projetada em área rural e estruturada para ser um reservatório de abastecimento, a represa agregou ainda a função hidrológica de amortecera das ondas de cheias, reduzindo a vazão de pico dos cerca de 40 cursos dágua que compõem a sua bacia hidrográfica, evitando inundações à jusante. Entretanto, o quadro atual de assoreamento reduziu a sua eficácia. Como possíveis causas de instalação deste quadro, citamos o processo de ocupação da sua bacia hidrográfica, desde o início dos anos 50, somada à poluição advinda do Centro Industrial de Contagem (CINCO), da Ceasa, do Aterro sanitário, das áreas de bota-fora e dos loteamentos residenciais, que geraram uma grande movimentação de terra carreada para a represa, além da poluição por esgoto. Nas últimas décadas, o fenômeno de assoreamento da Lagoa e da deteriorização de suas águas acelerou-se chegando, em 1998, ao lamentável quadro de perda de 50% do seu volume de reservação e de 40% da área do espelho dágua, apresentando elevados teores de matéria orgânica e baixas concentrações de oxigênio dissolvido. Ao longo dos anos, a ocupação desordenada e os escassos investimentos em saneamento básico trouxeram sérias consequências sócio-ambientais para a bacia da Pampulha. Hoje, estes problemas encontram-se refletidos não só no estado de degradação do espelho dágua da lagoa como nas condições de vida da população residente ao redor de sua orla, população essa estratificada em diversos níveis sócio-econômicos, variando do padrão muito baixo até o muito alto. Entretanto, a grande maioria da população, cerca de 70%, encontra-se nas faixas de renda baixa e muito baixa. A situação social da população da bacia agravou-se pela precariedade do saneamento básico. Cerca de 30% da área não possui rede de coleta de esgotos e aproximadamente 20% não é atendida com coleta regular de lixo. Os índices de qualidade de vida urbana - IQVU na Pampulha em 1998, encontravam-se, em 90% da área, abaixo do padrão médio do município. Devido a essa ocupação desordenada, a Lagoa da Pampulha passou a receber anualmente cerca de 380.000 metros cúbicos de sedimentos. A persistir esta situação, o seu assoreamento completo se dará até o ano 2.020. Como consequência do assoreamento, a Lagoa da Pampulha perderá uma de suas finalidades, ou seja, o amortecimento de cheias. O reflexo deste problema colocará em risco a vida de milhares de habitantes de vilas e bairros que se localizam em áreas susceptíveis a inundação, bem como o aeroporto localizado à jusante do vertedouro da represa. Também o grande volume de esgotos (matéria orgânica, coliformes, metais pesados, etc.) e de resíduos sólidos (plásticos, latas, vidros, etc.) que chegam diariamente à lagoa, contribuem para o seu assoreamento e para a eutrofização de suas águas. Dada a complexidade da atual situação ambiental, acima apresentada, a Prefeitura de Belo Horizonte vem realizando nos últimos anos importantes ações mitigadoras no sentido de recuperar essa bacia: dragagem parcial; retirada de aguapés; educação ambiental; controle de vetores; monitoramento da qualidade das águas; construção da estação de tratamento das àguas dos córregos Sarandi e Ressaca; pavimentação de ciclovia; restauração e reforma da Casa do Baile; restauração da igreja de São Francisco de Assis e compra da Casa de Juscelino Kubistcheck. A partir de 1998, como resultado da retirada de material sedimentar de seu leito, foram formadas 3 ilhas, posteriormente interligadas, que se transformaram em uma grande área com cerca de 27 hectares, cuja remoção era inviável sob todos os aspectos técnicos possíveis. Em 21 de outubro de 1997, o Conselho Municipal do Meio Ambiente – COMAM, ao aprovar o Programa de Recuperação da Lagoa da Pampulha – PROPAM, definiu que as ilhas seriam transformadas em um espaço de preservação ambiental. Com isso, em 2003, a PBH desenvolveu um projeto para implantação de um parque ecológico no local. Inaugurado no ano seguinte, ele tornou-se rapidamente uma atração pública, levando, em média, 20 mil visitantes ao local nos finais de semana. Atualmente a PBH desenvolve um programa de retirada de cerca de 300 mil metros cúbicos de sedimentos, objetivando desassorear a Lagoa. Para que o espelho d’água volte às suas características paisagísticas originais e de bacia de amortecimento de cheias, estima-se que mais 200 mil metros cúbicos deverão ser retirados. A orla da Lagoa é frequentada por um grande número de pescadores. Em 1990 foram entrevistados em torno de 400 pescadores num universo de cerca de 2.000 cadastrados . A maioria de baixa condição social (86,9%). 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